É o que me faz todo dia bem,
Ela é a minha amada preta.
Que não divido com ninguém!
Nem com Deus ou o Capeta...
Uma garota aparentemente tímida..
Só pra aqueles que na vida,
Nunca ouviram suas histórias.
Compartilha comigo o amor pelas glórias,
Do nosso lindo Náutico, um gênio forte
E claro um ódio mortal pelo Sport.
Tem também uma alma de uma pura criança,
Que me faz guardar boas lembranças.
Somando isso a sua bravura de mulher,
Amanda sempre consegue o quer.
Esse é o jeito de ser dessa morena,
Nem um pouco serena...
Mas com certeza é uma garota que vale a pena!
Agraciada com a beleza brasileira,
Ela é uma daquelas mulatas encrenqueiras,
Ótima para se conversar...
Hórrivel para se brigar.
É uma das poucas garotas que conheço,
Que não poderia estimar um preço.
Pelo seu conjunto de valores,
Que faz qualquer um suspirar de amores,
Essa é Amanda Cabral,
A garota que você nunca vai querer mal.
Na verdade vai querer bem...
E vai inveja aquele que a tem,
Porque outra preta assim...
Você não encontrar nem no do universo fim.
Porque essa escura é sem igual,
Uma pessoa bem mais que sensacional,
Por causa disso tudo fico esperto...
Para que consiga fazer do tempo lento,
E ter por mais tempo, Amanda de mim perto.
E continuar com esse caloroso sentimento
Que sempre que a vejo, feliz ostento.
Além disso ela ainda justifica seu nome com vontade,
Pois Amandinha é amada por todos de verdade.
Inclusive os de mais estranhas personalidades...
Me apaixonaria por ela se pudesse,
Mas temo corrompê-la se mais que a amizade dela tivesse,
Afinal ela transborda tão linda ternura...
Que por dentro é branco marfim de tão pura.
Bruno Tôp
domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
Iluminação
Sente-se de modo confortável e respire fundo
Agora tente escapar desse material mundo
E recite repetidamente para si em seu pensamento
"Liberte-se do corruptível desejo,
Encaminhe-se para o caminho de meio que almejo"
Sinta agora seu espirito se fundir com o vento
E pronto, não deverá ter nenhum impuro sentimento
Esse é o caminho mais simples para si chegar ao Nirvana,
Mas quem disse que não podemos provar disso com um gole de cana?
A cachaça rasga a garganta de uma forma tão pura
Que qualquer sensação maligna e impura
Vai ser exorcisada do seu ser, de um modo brutal
Mas ainda assim você vai conseguir se livrar de seu mal
Mesmo que por poucos e confortavéis segundos,
Para depois se sentir invadido por sentidos imundos.
Não adianta achar bela uma concluída doutrina
Você mesmo precisa achar sua paz divina
Só deve se lembrar que se não conseguir isso naturalmente
E acabarrar por recorrer a drogas viciantes
Cada vez mais não vai alcançar o Nirvana de antes
E vai se tornar mais um desses viciados permanentes
Quanto melhor você puramente respirar
Mais seus poros vão aos poucos desabrochar
Esse é o mais arduo caminho, o da Respiração,
Mas de fato, não existe melhor sensação
Do que se encontrar na palma da gigante mão
Do primeiro Buda que nos ensina a iluminação.
Bruno Tôp
Agora tente escapar desse material mundo
E recite repetidamente para si em seu pensamento
"Liberte-se do corruptível desejo,
Encaminhe-se para o caminho de meio que almejo"
Sinta agora seu espirito se fundir com o vento
E pronto, não deverá ter nenhum impuro sentimento
Esse é o caminho mais simples para si chegar ao Nirvana,
Mas quem disse que não podemos provar disso com um gole de cana?
A cachaça rasga a garganta de uma forma tão pura
Que qualquer sensação maligna e impura
Vai ser exorcisada do seu ser, de um modo brutal
Mas ainda assim você vai conseguir se livrar de seu mal
Mesmo que por poucos e confortavéis segundos,
Para depois se sentir invadido por sentidos imundos.
Não adianta achar bela uma concluída doutrina
Você mesmo precisa achar sua paz divina
Só deve se lembrar que se não conseguir isso naturalmente
E acabarrar por recorrer a drogas viciantes
Cada vez mais não vai alcançar o Nirvana de antes
E vai se tornar mais um desses viciados permanentes
Quanto melhor você puramente respirar
Mais seus poros vão aos poucos desabrochar
Esse é o mais arduo caminho, o da Respiração,
Mas de fato, não existe melhor sensação
Do que se encontrar na palma da gigante mão
Do primeiro Buda que nos ensina a iluminação.
Bruno Tôp
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O Céu Está no Chão
Tentar enteder porque o céu é azul
É conhecer o continente perdido de Mú.
Um enigma que leva embora uma tarde,
Facilmente sem nenhum tipo de alarde.
O problema é vê que ele se tornou cinza escuro,
Criando assim um pôr-do-sol sem futuro...
Enigmas indecefráveis são as melhores companhias,
Para aqueles que não encontraram uma boa estadia,
Que pudesse confortar seus fracos corações.
Tão fracos e sucumbidos de compaixões,
Resultantes de infrutíferas relações.
Porque o céu está no chão?
Deve ser porque meu coração transborda escuridão...
Talvez... Essa seria a resposta mais indicada,
Mas quem disse que é a mais ambicionada?
É complicado viver num mundo de humanos,
Que nunca absorveram uma música de Los Hermanos...
Que nunca aproveitaram de verdade uma virada de ano.
Sinto-me mediócre, hipócrita e ridicúlo.
Por apostar tudo em estranhos vincúlos,
Que nem sei se são vincúlos de verdade.
Só sei apenas que decidi apostar na amizade...
Essa que me faz tirar do escondido armário,
Em meu peito, arquivos de um garoto solitário
Me faz tirar tristes sentimentos...
Gerados por corrosivos pensamentos,
Que acabei tendo ao admirar o invejoso vento...
É complicado ser só mais um adolescente,
Que nem ao menos sabe o que no peito sente.
E sabe qual é de tudo isso a pior parte?
Saber que não nasci com nenhum dom para a arte.
Mas que ganhei um incalculável complexo de grandeza,
Capaz de me fazer afundar numa irreversível tristeza.
Só por eu não querer ser só mais um,
Ambiciono ser aquele que outro nenhum,
Possa se parecer de modo algum!
É... É triste ver o céu azul se foi em vão...
É complicado ver que o céu não está no chão...
E é insuportável saber que para o meu coração,
Não há conforto de verdade senão,
Essa hórrivel e inexcrupulosa ambissão,
Que tenho de alimentar de antemão,
Só para não sentir que nunca perdi um irmão.
Bruno Tôp
É conhecer o continente perdido de Mú.
Um enigma que leva embora uma tarde,
Facilmente sem nenhum tipo de alarde.
O problema é vê que ele se tornou cinza escuro,
Criando assim um pôr-do-sol sem futuro...
Enigmas indecefráveis são as melhores companhias,
Para aqueles que não encontraram uma boa estadia,
Que pudesse confortar seus fracos corações.
Tão fracos e sucumbidos de compaixões,
Resultantes de infrutíferas relações.
Porque o céu está no chão?
Deve ser porque meu coração transborda escuridão...
Talvez... Essa seria a resposta mais indicada,
Mas quem disse que é a mais ambicionada?
É complicado viver num mundo de humanos,
Que nunca absorveram uma música de Los Hermanos...
Que nunca aproveitaram de verdade uma virada de ano.
Sinto-me mediócre, hipócrita e ridicúlo.
Por apostar tudo em estranhos vincúlos,
Que nem sei se são vincúlos de verdade.
Só sei apenas que decidi apostar na amizade...
Essa que me faz tirar do escondido armário,
Em meu peito, arquivos de um garoto solitário
Me faz tirar tristes sentimentos...
Gerados por corrosivos pensamentos,
Que acabei tendo ao admirar o invejoso vento...
É complicado ser só mais um adolescente,
Que nem ao menos sabe o que no peito sente.
E sabe qual é de tudo isso a pior parte?
Saber que não nasci com nenhum dom para a arte.
Mas que ganhei um incalculável complexo de grandeza,
Capaz de me fazer afundar numa irreversível tristeza.
Só por eu não querer ser só mais um,
Ambiciono ser aquele que outro nenhum,
Possa se parecer de modo algum!
É... É triste ver o céu azul se foi em vão...
É complicado ver que o céu não está no chão...
E é insuportável saber que para o meu coração,
Não há conforto de verdade senão,
Essa hórrivel e inexcrupulosa ambissão,
Que tenho de alimentar de antemão,
Só para não sentir que nunca perdi um irmão.
Bruno Tôp
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Chocante Visão
Vejo terra o bastante
Para alimentar aquele montante
De pessoas que ifestam as cidades
Afligidas por um monstro de verdade
Pessoas vivendo pior que animais
Animais sobrevivendo de formas banais
Tudo porque lideres irracionais
Acham que são superiores ou melhores
E não percebem que eles são demais
Pobre frutos de uma mesma árvore
Do jeito que falei, pensas que sou engajado
Com esse triste e sombrio assunto
Que faz no mundo milhões de defuntos
Mas não... Estais redondamente enganado
Eu me omito tanto que me sinto um pouco culpado
Como pode nosso país tão bonito
Ainda mantes esse horrível problema
Isso deve soar até esquisito
Para quem vê de fora
Que não tenhamos esse resolvido até agora
Esse chato e triste tema
Culpa toda de uma aristocracia
Que também não é culpada pela sua crueldade
Afinal els só repetiam a realidade
Criada por uma ambiciosa burguesia
Desejosa por derrubar as tiranas monarquias
Essas sim as culpadas de verdade
Pelo status atual da nossa sociedade
Foi estudando história que isso percebi
E ainda notei que eu também recebi...
Na verdade não só eu
Todos os conteporâneos meus...
Que recebemos uma educação
Para continuar com essa sociedade de secessão
E como eu cheguei a essa conclusão?
Foi só porque olhando a janela do ônibus tive a visão
E a triste e chocante noção
Que para a maioria da minha amada nação
Não existe sequer uma oportuna opção
Eles terão de continuar nessa desolação
Esperando no máximo uma cardiosa mão
Que nunca lhes dará uma salvação
Bruno Tôp
Para alimentar aquele montante
De pessoas que ifestam as cidades
Afligidas por um monstro de verdade
Pessoas vivendo pior que animais
Animais sobrevivendo de formas banais
Tudo porque lideres irracionais
Acham que são superiores ou melhores
E não percebem que eles são demais
Pobre frutos de uma mesma árvore
Do jeito que falei, pensas que sou engajado
Com esse triste e sombrio assunto
Que faz no mundo milhões de defuntos
Mas não... Estais redondamente enganado
Eu me omito tanto que me sinto um pouco culpado
Como pode nosso país tão bonito
Ainda mantes esse horrível problema
Isso deve soar até esquisito
Para quem vê de fora
Que não tenhamos esse resolvido até agora
Esse chato e triste tema
Culpa toda de uma aristocracia
Que também não é culpada pela sua crueldade
Afinal els só repetiam a realidade
Criada por uma ambiciosa burguesia
Desejosa por derrubar as tiranas monarquias
Essas sim as culpadas de verdade
Pelo status atual da nossa sociedade
Foi estudando história que isso percebi
E ainda notei que eu também recebi...
Na verdade não só eu
Todos os conteporâneos meus...
Que recebemos uma educação
Para continuar com essa sociedade de secessão
E como eu cheguei a essa conclusão?
Foi só porque olhando a janela do ônibus tive a visão
E a triste e chocante noção
Que para a maioria da minha amada nação
Não existe sequer uma oportuna opção
Eles terão de continuar nessa desolação
Esperando no máximo uma cardiosa mão
Que nunca lhes dará uma salvação
Bruno Tôp
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Divina Paz
Quando vi a tênue chama daquela vela
Norei que ao contra o vento, era tão insistente
Quanto um certo sentimento bem latente
Que insisto em alimentar por ti Marcela
Um sentimento que imediatamente surgiu
Assim que senti que meu coração sorriu
Como uma simples e pura reação
Só por guardar por ti infinita admiração
Esta admiração, a única que meu peito satisfaz
E por isso decidi te chamar de minha Paz
A Paz que emana uma aura de sua alma
Tão leve, pura, simples e calma
Gigante e de cardioso calor
Invejadas pelas deusas sem cor
Aos meu olhos hipnotizados
Quando colocadas ao seu lado
Mas também pudera, nenhuma delas é capaz
De me transmitir tanta paz
Quanto seu doce sorriso singelo
Que para esse bobo rapaz
Se tornou divino por ser tão belo
Bruno Tôp
Norei que ao contra o vento, era tão insistente
Quanto um certo sentimento bem latente
Que insisto em alimentar por ti Marcela
Um sentimento que imediatamente surgiu
Assim que senti que meu coração sorriu
Como uma simples e pura reação
Só por guardar por ti infinita admiração
Esta admiração, a única que meu peito satisfaz
E por isso decidi te chamar de minha Paz
A Paz que emana uma aura de sua alma
Tão leve, pura, simples e calma
Gigante e de cardioso calor
Invejadas pelas deusas sem cor
Aos meu olhos hipnotizados
Quando colocadas ao seu lado
Mas também pudera, nenhuma delas é capaz
De me transmitir tanta paz
Quanto seu doce sorriso singelo
Que para esse bobo rapaz
Se tornou divino por ser tão belo
Bruno Tôp
domingo, 27 de julho de 2008
A História de Desejo
Naquela outrora nova estrada
Agora enlameada e esburacada
Nasceu mais uma filha de eva
Essa abandonada pelas trevas.
Mais uma filha do sol e da terra
Que apesar de ter direito, nunca berra
Sempre calada, aceitando as dificuldades
Parecendo até deter uma certa imunidade
Porém só aumentava sua intíma sofridade
A vila não lhe deu um nome
Com esperanças que a fome
Levasse embora aquela garota magra
Cheia de uma beleza invejável
Mas que para os outros era uma praga
Porque notaram nela um mostro insasiável
Só que como as tríades do destino
Tecem tudo e todos a pente fino
Um dia eis que presenciou um acidente
Viu como era horrível o sangue a jorrar de gente
Mas estranhamente sentiu-se alegremente
Cambaleando, a filha de eva com a vista turva
Enojada pela cena viu naquela ingréme curva
Daquela estrada feia e odiosa
Uma visão um tanto quanto esplendorosa
Ali no meio dos destroços resultantes
Estava uma bolsinha com os famosos diamantes
E numa chamada da deusa Hera
Sentiu despertar em seu peito uma fera
A que por coincidente do destino manejo
Deu-lhe mais tarde o nome de Desejo
Desejo, ela que finalmente triunfou
Quando aquela estrada podre abandonou
E logo depois achou seu destinado filho de Adão
Um homem imponente chamado de Ambição
Pouco tempo depois geraram uma cria
Uma prole que com seus olhos viveria
E que ainda na tenra infância
Matou os pais com ousadia
Essa é história de Desejo
A mulher que num relampejo
Se tornou a mãe da criança chamada Ganância.
Bruno Tôp
Agora enlameada e esburacada
Nasceu mais uma filha de eva
Essa abandonada pelas trevas.
Mais uma filha do sol e da terra
Que apesar de ter direito, nunca berra
Sempre calada, aceitando as dificuldades
Parecendo até deter uma certa imunidade
Porém só aumentava sua intíma sofridade
A vila não lhe deu um nome
Com esperanças que a fome
Levasse embora aquela garota magra
Cheia de uma beleza invejável
Mas que para os outros era uma praga
Porque notaram nela um mostro insasiável
Só que como as tríades do destino
Tecem tudo e todos a pente fino
Um dia eis que presenciou um acidente
Viu como era horrível o sangue a jorrar de gente
Mas estranhamente sentiu-se alegremente
Cambaleando, a filha de eva com a vista turva
Enojada pela cena viu naquela ingréme curva
Daquela estrada feia e odiosa
Uma visão um tanto quanto esplendorosa
Ali no meio dos destroços resultantes
Estava uma bolsinha com os famosos diamantes
E numa chamada da deusa Hera
Sentiu despertar em seu peito uma fera
A que por coincidente do destino manejo
Deu-lhe mais tarde o nome de Desejo
Desejo, ela que finalmente triunfou
Quando aquela estrada podre abandonou
E logo depois achou seu destinado filho de Adão
Um homem imponente chamado de Ambição
Pouco tempo depois geraram uma cria
Uma prole que com seus olhos viveria
E que ainda na tenra infância
Matou os pais com ousadia
Essa é história de Desejo
A mulher que num relampejo
Se tornou a mãe da criança chamada Ganância.
Bruno Tôp
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Motivo Para um Poema
O que leva uma pessoa a escrever poemas?
Simplesmente por alivio aos seus problemas
Garanto que é uma ótima valvúla saída
Para as aflições de sua vida
Sei muito bem que isso pra muitos é piegas
Mas meu coração aliviado não nega
Que sem eles estaria bem mais estressado
E agora estou bastante relaxado
Garanto a você que independente do tema
É maravilhos contruir um poema
Pelo menos para eu me sinto realizado
Quando vejo tudo rimando e organizado
E ainda fazendo do meu passado
Lições para quem tiver por ele se interessado
Não estou fazendo para agradar ninguém
Às vezes faço para prestigiar um especial alguém,
Mas isso praticamente não acontece
Porque a pessoa prestigiada já recebe o carinho que merece
E não precisa de umas poucas rimas
Para levar seu astral para cima
E por mais ridicúlo que o tema seja
Espero que a mensagem você veja
Pois se não consegue vê-la
É porque ainda não é bastante maduro
Ou simplesmente um pouco imaturo
Mas no futuro com certeza vai percebê-la
Bruno Tôp
Simplesmente por alivio aos seus problemas
Garanto que é uma ótima valvúla saída
Para as aflições de sua vida
Sei muito bem que isso pra muitos é piegas
Mas meu coração aliviado não nega
Que sem eles estaria bem mais estressado
E agora estou bastante relaxado
Garanto a você que independente do tema
É maravilhos contruir um poema
Pelo menos para eu me sinto realizado
Quando vejo tudo rimando e organizado
E ainda fazendo do meu passado
Lições para quem tiver por ele se interessado
Não estou fazendo para agradar ninguém
Às vezes faço para prestigiar um especial alguém,
Mas isso praticamente não acontece
Porque a pessoa prestigiada já recebe o carinho que merece
E não precisa de umas poucas rimas
Para levar seu astral para cima
E por mais ridicúlo que o tema seja
Espero que a mensagem você veja
Pois se não consegue vê-la
É porque ainda não é bastante maduro
Ou simplesmente um pouco imaturo
Mas no futuro com certeza vai percebê-la
Bruno Tôp
Um Lugar Para Relaxar
Nesses estranhos devaneios diários,
Que tenho em todos os horários,
Acabo olhando pro nada.
E na frente dos meus olhos surge uma escada,
Vinda de uma inexplicável estrada...
Não sem como chego a essa estrada...
Só sei que o caminho dela é calmo,
E seguindo devagar de palmo a palmo,
Passo por cidades frias e caladas.
Então chego numa gélida porta,
Que parece ser o fim dessa paisagem morta.
E ao passar pelo portal tenho uma surpresa,
Estou numa paisagem amplamente acesa.
Cheguei ao perfeito lugar para descansar,
Lugar em que em sonhos venho relaxar,
Mas belo que qualquer paisagem,
Que meus olhos tiveram em vida passagem.
Só que com um grande solavanco,
Percebo que cochilo num de ônibus banco.
E sorrio, por estar a ver navios...
Pois ainda estou muito distante dessa paz,
O único lugar que eternamente me satisfaz.
Bruno Tôp
Que tenho em todos os horários,
Acabo olhando pro nada.
E na frente dos meus olhos surge uma escada,
Vinda de uma inexplicável estrada...
Não sem como chego a essa estrada...
Só sei que o caminho dela é calmo,
E seguindo devagar de palmo a palmo,
Passo por cidades frias e caladas.
Então chego numa gélida porta,
Que parece ser o fim dessa paisagem morta.
E ao passar pelo portal tenho uma surpresa,
Estou numa paisagem amplamente acesa.
Cheguei ao perfeito lugar para descansar,
Lugar em que em sonhos venho relaxar,
Mas belo que qualquer paisagem,
Que meus olhos tiveram em vida passagem.
Só que com um grande solavanco,
Percebo que cochilo num de ônibus banco.
E sorrio, por estar a ver navios...
Pois ainda estou muito distante dessa paz,
O único lugar que eternamente me satisfaz.
Bruno Tôp
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A Velha Amiga
Ah como adoro minha velha amiga,
Ela que a alegria instiga,
Que me faz tremer arrepiado,
Só por sentir da garganta passado
Aquele gosto ardente,
Que me deixa tão sorridente.
Fica bem mais saborosa com gelo e fanta,
E assim os males facilmente espanta.
Podes misturá-la com um azedo limão,
E seguir aquela antiga canção,
De fazer da vida uma limonada...
Só que agora com vodka e coca gelada
É um conselho que de graça ofereço:
Essa amiga tem um baixo preço...
E se você não exagerar na dependência,
Por essa nova e feliz amizade,
Vai passar por uma incrível experiência...
Que após a ressaca vai dar saudade.
Essa é a minha fiel escudeira.
Que nas noitadas é a melhor companheira.
A única que não faço questão,
De dividir com meus amigos ou irmão,
Pois ela é sempre fiel
E sabe qual o seu papel
Fazer feliz por uma noite meu coração.
Bruno Tôp
Ela que a alegria instiga,
Que me faz tremer arrepiado,
Só por sentir da garganta passado
Aquele gosto ardente,
Que me deixa tão sorridente.
Fica bem mais saborosa com gelo e fanta,
E assim os males facilmente espanta.
Podes misturá-la com um azedo limão,
E seguir aquela antiga canção,
De fazer da vida uma limonada...
Só que agora com vodka e coca gelada
É um conselho que de graça ofereço:
Essa amiga tem um baixo preço...
E se você não exagerar na dependência,
Por essa nova e feliz amizade,
Vai passar por uma incrível experiência...
Que após a ressaca vai dar saudade.
Essa é a minha fiel escudeira.
Que nas noitadas é a melhor companheira.
A única que não faço questão,
De dividir com meus amigos ou irmão,
Pois ela é sempre fiel
E sabe qual o seu papel
Fazer feliz por uma noite meu coração.
Bruno Tôp
terça-feira, 15 de julho de 2008
O Bom Problema de Ter uma Ema
Acabei de me envolver num bom problema,
Tentar tornar pequeno esse poema,
Que vou dedicar para essa ema.
É complicado tê-la com principal tema,
Principalmente porque ela é ema...
Ah sei lá, me irrita dela falar,
Porque ela sempre vai tentar desconversar
Esse problema, o de ela ser ema...
Estás se perguntando porque repito tanto
Que essa garota vive aos prantos
É porque simplesmente não aceito
Que ela seja desse estranho jeito...
Ela corresponde a todas as minhas expectativas
Menos a de ser uma garota altiva...
Poderia ser minha perfeita musa,
Mas não, é só uma de coração intrusa.
Isso é um tanto quanto complicado não?
Encontrar a garota pra quem você daria o coração...
Mas não poder fazê-lo porque além de racista
Ela tem tendência aos fascistas...
Mentira.. Tava brincando, pessoa com melhores valores
Até hoje não tive em minha vista,
Essa é a Alice que enche meu dia de cores
E me faz admirar pássaros e flores
Tão culta e e às vezes refinada
Que me surpreende não ser uma ninfa ou fada.
É só Alice Haluli Asfora
Aquela que te irrita a qualquer hora...
E a mesma que ao te ver te cativa
De uma forma tão passiva.
Ah como eu a odeio...
Mas ainda assim amor por ela, no meu peito teio
Porque um dia ainda vou conquistar,
A garota do mundo das maravilhas,
A Alice que me faz andar quilometros e milhas
Só para vê-la sorrir ou gargalhar.
Por isso falei que era um bom problema,
Falar sobre essa estranha ema,
Essa que eu amo, odeio e admiro
E que um dia vai por mim dar um suspiro.
É Alice, quem mandou ser tão diferente?
Adoro desafios surpreendentes...
Só que se isso tudo resultar em nada,
Ainda vou querer perto de mim essa fada.
Só para implicar com ela, como amigo
Pois sei que no colo dela, tenho um eterno abrigo
Bruno Tôp
Tentar tornar pequeno esse poema,
Que vou dedicar para essa ema.
É complicado tê-la com principal tema,
Principalmente porque ela é ema...
Ah sei lá, me irrita dela falar,
Porque ela sempre vai tentar desconversar
Esse problema, o de ela ser ema...
Estás se perguntando porque repito tanto
Que essa garota vive aos prantos
É porque simplesmente não aceito
Que ela seja desse estranho jeito...
Ela corresponde a todas as minhas expectativas
Menos a de ser uma garota altiva...
Poderia ser minha perfeita musa,
Mas não, é só uma de coração intrusa.
Isso é um tanto quanto complicado não?
Encontrar a garota pra quem você daria o coração...
Mas não poder fazê-lo porque além de racista
Ela tem tendência aos fascistas...
Mentira.. Tava brincando, pessoa com melhores valores
Até hoje não tive em minha vista,
Essa é a Alice que enche meu dia de cores
E me faz admirar pássaros e flores
Tão culta e e às vezes refinada
Que me surpreende não ser uma ninfa ou fada.
É só Alice Haluli Asfora
Aquela que te irrita a qualquer hora...
E a mesma que ao te ver te cativa
De uma forma tão passiva.
Ah como eu a odeio...
Mas ainda assim amor por ela, no meu peito teio
Porque um dia ainda vou conquistar,
A garota do mundo das maravilhas,
A Alice que me faz andar quilometros e milhas
Só para vê-la sorrir ou gargalhar.
Por isso falei que era um bom problema,
Falar sobre essa estranha ema,
Essa que eu amo, odeio e admiro
E que um dia vai por mim dar um suspiro.
É Alice, quem mandou ser tão diferente?
Adoro desafios surpreendentes...
Só que se isso tudo resultar em nada,
Ainda vou querer perto de mim essa fada.
Só para implicar com ela, como amigo
Pois sei que no colo dela, tenho um eterno abrigo
Bruno Tôp
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Habilidade de uma Flor
Fico impressionado com a cor,
Que aquela singela flor,
Continua ao vento expor
Mesmo depois de tudo que sofreu..
Só por querer ver que mais uma vez,
A escura e fria noite se desfez,
E seu amor, o sol, finalmente renasceu.
E aqueles sapatos ali à secar...
Que a pouquissimos segundos,
Estavam a levianamente pisar,
Em outra flor desse triste mundo.
Agora estão a relaxar,
Na brisa que aquela doce flor,
Fez o vento fazer com amor...
E é por isso que admiro tanto,
Porque ela nunca fica aos prantos,
Segue em frente, tentando ser indiferente,
Absorvendo qualquer adversidade,
Transformando nessa bela habilidade,
De fazer tudo se apaixonar
Pela sua cor que com dificuldade,
Todo dia ao seu amor utópico vem mostrar
Bruno Tôp
Que aquela singela flor,
Continua ao vento expor
Mesmo depois de tudo que sofreu..
Só por querer ver que mais uma vez,
A escura e fria noite se desfez,
E seu amor, o sol, finalmente renasceu.
E aqueles sapatos ali à secar...
Que a pouquissimos segundos,
Estavam a levianamente pisar,
Em outra flor desse triste mundo.
Agora estão a relaxar,
Na brisa que aquela doce flor,
Fez o vento fazer com amor...
E é por isso que admiro tanto,
Porque ela nunca fica aos prantos,
Segue em frente, tentando ser indiferente,
Absorvendo qualquer adversidade,
Transformando nessa bela habilidade,
De fazer tudo se apaixonar
Pela sua cor que com dificuldade,
Todo dia ao seu amor utópico vem mostrar
Bruno Tôp
domingo, 13 de julho de 2008
Estrela da Alegria Contagiante
Capaz de deixar qualquer pessoa tranqüila,
Esse é o efeito do sorriso de Hayla.
É dificil falar dela num tom imparcial,
Já que pra ela com orgulho pago pau,
Também pudera logo que você vê-la
Vai pensar que está observando uma estrela.
Não sei quando comecei a admirá-la,
Acho que foi quando entrei na sua sala...
Ou será que foi no instante que a conheci?
Dificil responder, pois que alguma vez antes,
Tenha visto uma pessoa se cobrir,
Com virtudes tão brilhantes e estonteantes
Vão dizer que a beleza dela é imoral,
Daquelas que não se assemelha nenhum mortal...
De fato ela tem um beleza só dela:
O jeito como ela posiciona as canelas...
Não sério... É de um jeito estranho,
Que te dar uma vontade de rir sem tamanho.
Só que a maior qualidade de Hayla,
Fica mais evidente depois de uns goles de tequila:
É seu jeito de ser anormal
Simpática com todos de um jeito imoral.
Sorrindo, mesmo que não esteja bem,
Só para tirar dos outros o mal,
Sem se importar com os problemas que tem...
Deve ser por isso que agora a chamo de estrela,
Aquela que tá sempre no céu pra quem quiser vê-,la,
Fazendo-nos esquecer de problemas mundanos
Fazendo-nos perceber quanto são bobos nossos planos,
É ela a estrela do sonho da maioria dos humanos...
Por tudo isso com orgulho eu digo,
Que dessa garota eu me tornei amigo!
E espero sempre ser digno da amizade,
De uma estrela que considero uma grande beldade.
Essa estrela é Hayla Cavalcanti,
A estrela de alegria mais contagiante.
Bruno Tôp
Esse é o efeito do sorriso de Hayla.
É dificil falar dela num tom imparcial,
Já que pra ela com orgulho pago pau,
Também pudera logo que você vê-la
Vai pensar que está observando uma estrela.
Não sei quando comecei a admirá-la,
Acho que foi quando entrei na sua sala...
Ou será que foi no instante que a conheci?
Dificil responder, pois que alguma vez antes,
Tenha visto uma pessoa se cobrir,
Com virtudes tão brilhantes e estonteantes
Vão dizer que a beleza dela é imoral,
Daquelas que não se assemelha nenhum mortal...
De fato ela tem um beleza só dela:
O jeito como ela posiciona as canelas...
Não sério... É de um jeito estranho,
Que te dar uma vontade de rir sem tamanho.
Só que a maior qualidade de Hayla,
Fica mais evidente depois de uns goles de tequila:
É seu jeito de ser anormal
Simpática com todos de um jeito imoral.
Sorrindo, mesmo que não esteja bem,
Só para tirar dos outros o mal,
Sem se importar com os problemas que tem...
Deve ser por isso que agora a chamo de estrela,
Aquela que tá sempre no céu pra quem quiser vê-,la,
Fazendo-nos esquecer de problemas mundanos
Fazendo-nos perceber quanto são bobos nossos planos,
É ela a estrela do sonho da maioria dos humanos...
Por tudo isso com orgulho eu digo,
Que dessa garota eu me tornei amigo!
E espero sempre ser digno da amizade,
De uma estrela que considero uma grande beldade.
Essa estrela é Hayla Cavalcanti,
A estrela de alegria mais contagiante.
Bruno Tôp
sábado, 12 de julho de 2008
A História do Garoto Sem Nome
Sempre sinto pena,
Quando lembro daquela cena
A do corpo daquele garoto
Que se sentiu culpado
Por não ter se adaptado
Ao cruel mundo humano
Que as vezes é mais que escroto
É de vil a profano
O doce e tolo garoto
Aquele mesmo que habitou esgotos
Mas que sempre manteve
Uma tenue chama acesa em seu peito
Desde que próximo esteve
De alcançar do seu próprio jeito
A tão sonhada esperança
Almejada desde que ele teve lembranças
E um dia pareceu que topou com a sorte
Só que ele não viu o anjo de morte
Por trás da realização de sua utopia
Achar um bilhete premiado de loteria
Que antes mesmo dele ter desfrute
Foi cercado por malditos abutres
Que o iluditam com tamanha facilidade
Por ele não conhecer que humanidade
Aprendera a viver sem honestidade
E num golpe bem planejado
Que esbanjava a gananciosidade
Dos piores abutres da cidade
Que deixaram o garoto encurralado
E se sentindo totalmente culpado
O pobre ingênuo garoto só viu uma saída
Acabar com sua infeliz vida
Sem saber que ele não era o pecador
E aqueles abutres sem pudor...
Eu que relaxava do outro lado da rua
Ouvi quando um barulho surdo
Fez desaparecer o brilho de tudo
Até mesmo a imprevissível lua
Quando me aproximei e vi os orbes sem vida
Daquele pobre jovem suicida
Acabei instigado pela horrível curiosidade
Deescutar a história do garoto sem nome
Que ao ganhar seu prêmio não almejou vaidade
E sim impedir que outro conhecesse o montro
Que todo dia tem com várias pessoas um encontro
O monstro chamado de fome.
Bruno Tôp
Quando lembro daquela cena
A do corpo daquele garoto
Que se sentiu culpado
Por não ter se adaptado
Ao cruel mundo humano
Que as vezes é mais que escroto
É de vil a profano
O doce e tolo garoto
Aquele mesmo que habitou esgotos
Mas que sempre manteve
Uma tenue chama acesa em seu peito
Desde que próximo esteve
De alcançar do seu próprio jeito
A tão sonhada esperança
Almejada desde que ele teve lembranças
E um dia pareceu que topou com a sorte
Só que ele não viu o anjo de morte
Por trás da realização de sua utopia
Achar um bilhete premiado de loteria
Que antes mesmo dele ter desfrute
Foi cercado por malditos abutres
Que o iluditam com tamanha facilidade
Por ele não conhecer que humanidade
Aprendera a viver sem honestidade
E num golpe bem planejado
Que esbanjava a gananciosidade
Dos piores abutres da cidade
Que deixaram o garoto encurralado
E se sentindo totalmente culpado
O pobre ingênuo garoto só viu uma saída
Acabar com sua infeliz vida
Sem saber que ele não era o pecador
E aqueles abutres sem pudor...
Eu que relaxava do outro lado da rua
Ouvi quando um barulho surdo
Fez desaparecer o brilho de tudo
Até mesmo a imprevissível lua
Quando me aproximei e vi os orbes sem vida
Daquele pobre jovem suicida
Acabei instigado pela horrível curiosidade
Deescutar a história do garoto sem nome
Que ao ganhar seu prêmio não almejou vaidade
E sim impedir que outro conhecesse o montro
Que todo dia tem com várias pessoas um encontro
O monstro chamado de fome.
Bruno Tôp
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Rara Luz
Fico bastante feliz ao te ver,
Pois quando chego perto de você
Sou recebido por esse sorriso 'light'
Da garota mais radiante da 'night'
Se erroneamente esse light você traduz
Vai saber que Fernanda Coelho é a luz
Que com seus olhores fatais
A todos inconscientemente atrai
Abobados pelas suas belezas naturais
E se achou que isso era tudo
Verás que Fernanda ainda tem muito conteúdo
Ela é mais como um tipo raro de luz
Daquele tipo que a tudo e todos seduz
É por isso que me sinto agradecido
Por ter uma lussa dessa ter aparecido
Na minha outrora sombreada vida
Criando junto a mim uma forte amizade
Que espero jamais ser esquecida ou rompida
E se isso acontecer, vai deixar uma imensa saudade
Bruno Tôp
Pois quando chego perto de você
Sou recebido por esse sorriso 'light'
Da garota mais radiante da 'night'
Se erroneamente esse light você traduz
Vai saber que Fernanda Coelho é a luz
Que com seus olhores fatais
A todos inconscientemente atrai
Abobados pelas suas belezas naturais
E se achou que isso era tudo
Verás que Fernanda ainda tem muito conteúdo
Ela é mais como um tipo raro de luz
Daquele tipo que a tudo e todos seduz
É por isso que me sinto agradecido
Por ter uma lussa dessa ter aparecido
Na minha outrora sombreada vida
Criando junto a mim uma forte amizade
Que espero jamais ser esquecida ou rompida
E se isso acontecer, vai deixar uma imensa saudade
Bruno Tôp
domingo, 6 de julho de 2008
Amigo Ridicúlo
Nossa amizade surgiu num vulto
E apesar de termos, às vezes nos afastado
Quero sempre contar contigo
Podes não ser o mais culto
Mas com certeza é o melhor ombro amigo
E por isso quero sempre estar ao teu lado
É com certeza o amigo mais estranho
Que não percebe que ao ser desse jeito ridicúlo
Cria em todos um grande forte vincúlo
Capaz de unir as mais diferentes personalidades
Em um sentimento sem tamanho
Chamado de amizade
Eu não sei qual o seu prestigio
Mas tu é um grande amigo caio remigio
E espero que continuemos a sair
Pra eu dançar estranhamente
E quando eu e rafinha bebermos até cair
Tu possa estar la pra zombar da gente
Quero poder ainda ver você dando mais um fardo
Durantes suas brigas de namorado com ricardo
É... Sei lá... É muito dificil sobre ti falar
Por isso em uma frase vai resultar
Minha opinião sobre seu jeito de passar
És um cara que apesar das besteiras
Que acabas fazendo de segunda a sexta-feira
É o único que conheço que não tem medo de amar
E de num relacionamento mergulhar
Com toda a força só para ter o gostinho de se alegrar
E essa é sua caracteristica que sempre fico a admirar
Bruno Tôp
E apesar de termos, às vezes nos afastado
Quero sempre contar contigo
Podes não ser o mais culto
Mas com certeza é o melhor ombro amigo
E por isso quero sempre estar ao teu lado
É com certeza o amigo mais estranho
Que não percebe que ao ser desse jeito ridicúlo
Cria em todos um grande forte vincúlo
Capaz de unir as mais diferentes personalidades
Em um sentimento sem tamanho
Chamado de amizade
Eu não sei qual o seu prestigio
Mas tu é um grande amigo caio remigio
E espero que continuemos a sair
Pra eu dançar estranhamente
E quando eu e rafinha bebermos até cair
Tu possa estar la pra zombar da gente
Quero poder ainda ver você dando mais um fardo
Durantes suas brigas de namorado com ricardo
É... Sei lá... É muito dificil sobre ti falar
Por isso em uma frase vai resultar
Minha opinião sobre seu jeito de passar
És um cara que apesar das besteiras
Que acabas fazendo de segunda a sexta-feira
É o único que conheço que não tem medo de amar
E de num relacionamento mergulhar
Com toda a força só para ter o gostinho de se alegrar
E essa é sua caracteristica que sempre fico a admirar
Bruno Tôp
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Estranha Nostálgia
O alegre e pequenino rato
Ia despreocupado pelo simples fato
De não ter nenhuma preocupação
Durante aquela ocasião
Até que avistou com uma cara inssosa,
Deitada no bosque, a astuta Raposa,
Que parecia sobre algo importante refletir
E a curiosidade daquele roedor
Fez aquele canino rapidamente se abrir
Pois já não aquentava aquele pudor
De ter de guardar solitario aquela dor
'Porque esse lindo sentimento
Com o inevitável e cruel tempo
Deixa essa dolorosa saudade
Que faz com que questionemos
Se certo nós fizemos
Ao cultivar a amizade'
'Ó então este é seu problema?
Se é só isso então não tema...
Pois acho que tenho uma boa solução'
O rato respondeu depois de ouvir com atenção
A Raposa das dores no coração
'Então me diga qual é rato
Ou acharei que estas querendo ser chato'
O pequenino animal sorriu
E com sua patinha o peito cobriu
'Na verdade é muito simples, essa resposta,
A nostálgia que estais sentindo é uma aposta
Pra ver se você aceita a proposta
De abandonar esses fortes laços
Mais aconchegantes que qualquer abraço...
Essa sensação de triste nostalgia
É uma prova dura e fria
De que para você essa amizade
É na verdade a base de sua estabilidade,
Por isso faça o insuperável
Para manter essa amizade imutável
E se caso o destino venha a ser cruel
Sorria ao olhar para o céu
Só por lembrar dos momentos perfeitos
Que ainda fazem acelerar seu peito'
E logo que ouviu o rato terminar
A Raposa agradeceu sem esperar
Só para ir correndo, o céu observar
Com lágrimas em seu olhar
E há pelos amigos lembrar e rezar
Bruno Tôp
Ia despreocupado pelo simples fato
De não ter nenhuma preocupação
Durante aquela ocasião
Até que avistou com uma cara inssosa,
Deitada no bosque, a astuta Raposa,
Que parecia sobre algo importante refletir
E a curiosidade daquele roedor
Fez aquele canino rapidamente se abrir
Pois já não aquentava aquele pudor
De ter de guardar solitario aquela dor
'Porque esse lindo sentimento
Com o inevitável e cruel tempo
Deixa essa dolorosa saudade
Que faz com que questionemos
Se certo nós fizemos
Ao cultivar a amizade'
'Ó então este é seu problema?
Se é só isso então não tema...
Pois acho que tenho uma boa solução'
O rato respondeu depois de ouvir com atenção
A Raposa das dores no coração
'Então me diga qual é rato
Ou acharei que estas querendo ser chato'
O pequenino animal sorriu
E com sua patinha o peito cobriu
'Na verdade é muito simples, essa resposta,
A nostálgia que estais sentindo é uma aposta
Pra ver se você aceita a proposta
De abandonar esses fortes laços
Mais aconchegantes que qualquer abraço...
Essa sensação de triste nostalgia
É uma prova dura e fria
De que para você essa amizade
É na verdade a base de sua estabilidade,
Por isso faça o insuperável
Para manter essa amizade imutável
E se caso o destino venha a ser cruel
Sorria ao olhar para o céu
Só por lembrar dos momentos perfeitos
Que ainda fazem acelerar seu peito'
E logo que ouviu o rato terminar
A Raposa agradeceu sem esperar
Só para ir correndo, o céu observar
Com lágrimas em seu olhar
E há pelos amigos lembrar e rezar
Bruno Tôp
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Sagrada Proteção
Todo garoto que tem uma irmã
Na verdade sabe que possui um talismã,
Mas eu fui agraciado com dois irmãos
Que são pra mim, minha sagrada proteção
Quando perdi metade dessa proteção
Com um baque enorme fui ao chão...
Acabou-se minha estabilidade
Que causou uma grande vontade
De acabar com o mundo naquele momento
Pois este fraterno sentimento
Era mais importante que todo o epaço e tempo
Superei essa sombria vontade,
Confesso que com uma imensa dificuldade
E ainda sinto uma enorme saudade,
Pois era com ele que tinha a maior amizade
Afinal a nossa era a mais forte ligação
Que ocorre entre dois irmaos
Compartilhavamos a geminidade,
Ou como prefiro classificar uma trindade,
Junto a nosso maior protetor
Um irmao mais velho inspirador
E mesmo que essa laço tenha sido quebrado
Nunca deixarei ser despedaçado
Pois independente da minha sorte
Levarei esse sentimento para alem da morte.
Por mais que estejamos distantes agora
Logo vai chegar a minha hora
E quando no desconhcido te reencontrar
Vou poder para voce, esse poema recitar
E se parece que pouco tenho a falar
É porque mal consigo expressar
Esse turbilhão de boas memórias
Que são minhas mais felizes histórias
Acho que pra poucos amigos contei sobre o fato
De ter tido um irmão, que feito gato e rato
Brigava até por um simples prato,
Mas não por não confiar neles
Só não estava preparado para a reação deles
Pois se eles ficam chocados
Imagina como pra mim o nó na garganta é complicado?
Venho a fazer esse poema
Com esse doloroso tema,
Não para os outros chocar,
Mas para uma homenagem prestar
Nesse dia que estamos a 17 anos completar
Parabens thiago, meu querido irmão...
E saiba que sempre estarás em meu coração
Bruno Tôp
Na verdade sabe que possui um talismã,
Mas eu fui agraciado com dois irmãos
Que são pra mim, minha sagrada proteção
Quando perdi metade dessa proteção
Com um baque enorme fui ao chão...
Acabou-se minha estabilidade
Que causou uma grande vontade
De acabar com o mundo naquele momento
Pois este fraterno sentimento
Era mais importante que todo o epaço e tempo
Superei essa sombria vontade,
Confesso que com uma imensa dificuldade
E ainda sinto uma enorme saudade,
Pois era com ele que tinha a maior amizade
Afinal a nossa era a mais forte ligação
Que ocorre entre dois irmaos
Compartilhavamos a geminidade,
Ou como prefiro classificar uma trindade,
Junto a nosso maior protetor
Um irmao mais velho inspirador
E mesmo que essa laço tenha sido quebrado
Nunca deixarei ser despedaçado
Pois independente da minha sorte
Levarei esse sentimento para alem da morte.
Por mais que estejamos distantes agora
Logo vai chegar a minha hora
E quando no desconhcido te reencontrar
Vou poder para voce, esse poema recitar
E se parece que pouco tenho a falar
É porque mal consigo expressar
Esse turbilhão de boas memórias
Que são minhas mais felizes histórias
Acho que pra poucos amigos contei sobre o fato
De ter tido um irmão, que feito gato e rato
Brigava até por um simples prato,
Mas não por não confiar neles
Só não estava preparado para a reação deles
Pois se eles ficam chocados
Imagina como pra mim o nó na garganta é complicado?
Venho a fazer esse poema
Com esse doloroso tema,
Não para os outros chocar,
Mas para uma homenagem prestar
Nesse dia que estamos a 17 anos completar
Parabens thiago, meu querido irmão...
E saiba que sempre estarás em meu coração
Bruno Tôp
domingo, 29 de junho de 2008
Infortúnia Sorte
E lá ia ele, sem prestar no caminho atenção
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões
Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas
E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma
Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem
Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida
Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente
E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia
Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte
Bruno Tôp
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões
Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas
E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma
Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem
Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida
Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente
E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia
Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte
Bruno Tôp
sábado, 28 de junho de 2008
Uma Lição Para a Raposa
Lá estava uma calma sábia coruja
Observando uma gatuna raposa furtar
Seus ovos para se alimentar,
mas antes da ação terminar calmamente começou a falar
"Raposa astuta, antes que com meus ovos fuja
Tem algo a lhe dizer, algo para você aprender..."
Claro que a curiosidade da raposa teve de aparecer
E ficou lá esperando a coruja falar
"Aposto que já escutou o leão alto rosnar
E para o vento entonar que o rei da selva não?"
A Raposa concordou sem hesiação...
Ainda sem entender o motivo daquela conversação
"Pois saiba que o pobre leão
Só é rei enquanto se mantiver guardião
Das encostas rochosas e savanas
Tão secas de um predador maior"
"Só pode estar brincando, não há besta pior
Que o leão de infinita gana!"
Respondeu a raposa, já desinteressada nos ovos
Que deveriam ser alimentos novos
A ave sorriu e finalmente concluiu
"Apesar de astuta, és inocente
Por acreditar que tão bobamente
Que leão poderia debaixo da terra
Vencer a toupeira numa guerra
Ou que no interior das embaranhadas matas
Conseguiria derrubar o gorila, rei dos primatas.
O leão só será um grande rei
Enquanto obdecer a mais importante das leis:
A lei da natura, onde prevalece o mais forte
Independente de como o mundo se comporte...
Por isso não venha no céu da noite
Tentar um roubo a rainha do céu
Que irá considerar esse atentado com um açoite
E mostrará que a astúcia não o impede de passar pelo véu"
Assustada a raposa perguntou quando se encolheu:
"Se és a rainha do céu noturno, porque não me abateu?"
"Porque simplesmente estaria desafiando a lei
Que diz que a maior qualidade de um rei
É saber admirar a sabedoria de não tentar nenhuma ousadia,
Então cara raposa cuidado com que anseia
Para não acabar presa em uma perigosa teia,
Ande agarrada firmente a precaução
E perceberá que força e sabedoria detalhes são
Da astúcia que ludibria o coração"
Bruno Tôp
Observando uma gatuna raposa furtar
Seus ovos para se alimentar,
mas antes da ação terminar calmamente começou a falar
"Raposa astuta, antes que com meus ovos fuja
Tem algo a lhe dizer, algo para você aprender..."
Claro que a curiosidade da raposa teve de aparecer
E ficou lá esperando a coruja falar
"Aposto que já escutou o leão alto rosnar
E para o vento entonar que o rei da selva não?"
A Raposa concordou sem hesiação...
Ainda sem entender o motivo daquela conversação
"Pois saiba que o pobre leão
Só é rei enquanto se mantiver guardião
Das encostas rochosas e savanas
Tão secas de um predador maior"
"Só pode estar brincando, não há besta pior
Que o leão de infinita gana!"
Respondeu a raposa, já desinteressada nos ovos
Que deveriam ser alimentos novos
A ave sorriu e finalmente concluiu
"Apesar de astuta, és inocente
Por acreditar que tão bobamente
Que leão poderia debaixo da terra
Vencer a toupeira numa guerra
Ou que no interior das embaranhadas matas
Conseguiria derrubar o gorila, rei dos primatas.
O leão só será um grande rei
Enquanto obdecer a mais importante das leis:
A lei da natura, onde prevalece o mais forte
Independente de como o mundo se comporte...
Por isso não venha no céu da noite
Tentar um roubo a rainha do céu
Que irá considerar esse atentado com um açoite
E mostrará que a astúcia não o impede de passar pelo véu"
Assustada a raposa perguntou quando se encolheu:
"Se és a rainha do céu noturno, porque não me abateu?"
"Porque simplesmente estaria desafiando a lei
Que diz que a maior qualidade de um rei
É saber admirar a sabedoria de não tentar nenhuma ousadia,
Então cara raposa cuidado com que anseia
Para não acabar presa em uma perigosa teia,
Ande agarrada firmente a precaução
E perceberá que força e sabedoria detalhes são
Da astúcia que ludibria o coração"
Bruno Tôp
terça-feira, 24 de junho de 2008
Sonho Bobo
Como é fácil acordar e no dia continuar
Só por estar com você ao lado
Adormecida, és o motivo da minha vida
Com essa expressão serena eboba
Mas então ven a claridão e te rouba
E percebo, que era mais sonho de apos uma noite bebo
Sem você vivencio na verdade, um mundo cheio de falsidade
Sem você vinvencio na verdade, uma vida cheia de saudades
Porque não acabo logo com esse sonho?
O que faço para te ter em meus braços?
Poder finalmente teus labios beijar?
E ficar etermente a sua beleza admirar
Prometo que esses desejos irei realizar
Vou até você me confessar
Só para ver seus olhos brilhar
Ohh como é bom te amar
E só agora eu percebi que esse sonho sem noção
Foi na verdade uma importante lição
Para eu conseguir me redimir... de todos erros que não cometi
Tenho que parar de me arrepender
Por nunca ter falado a você
Sobre esses sentimentos que realidade logo vão ser
É isso mesmo Cibele Carvalho
E se as vezes eu me atrapalho
É pela imensa vontade de te querer
Porque não realizo logo meu desejo?
O que eu mais quero nesse mundo é seu beijo
Irei amar-te por toda eternidade sem fim
Pois você é tudo de importante para mim
Prometo que feliz você ira ficar
Quando juntos, fiquemos ao pôr-do-sol admirar
Porque você é tão perfeita?
Ohh Como é bom te amar!
Bruno Tôp
Só por estar com você ao lado
Adormecida, és o motivo da minha vida
Com essa expressão serena eboba
Mas então ven a claridão e te rouba
E percebo, que era mais sonho de apos uma noite bebo
Sem você vivencio na verdade, um mundo cheio de falsidade
Sem você vinvencio na verdade, uma vida cheia de saudades
Porque não acabo logo com esse sonho?
O que faço para te ter em meus braços?
Poder finalmente teus labios beijar?
E ficar etermente a sua beleza admirar
Prometo que esses desejos irei realizar
Vou até você me confessar
Só para ver seus olhos brilhar
Ohh como é bom te amar
E só agora eu percebi que esse sonho sem noção
Foi na verdade uma importante lição
Para eu conseguir me redimir... de todos erros que não cometi
Tenho que parar de me arrepender
Por nunca ter falado a você
Sobre esses sentimentos que realidade logo vão ser
É isso mesmo Cibele Carvalho
E se as vezes eu me atrapalho
É pela imensa vontade de te querer
Porque não realizo logo meu desejo?
O que eu mais quero nesse mundo é seu beijo
Irei amar-te por toda eternidade sem fim
Pois você é tudo de importante para mim
Prometo que feliz você ira ficar
Quando juntos, fiquemos ao pôr-do-sol admirar
Porque você é tão perfeita?
Ohh Como é bom te amar!
Bruno Tôp
domingo, 22 de junho de 2008
O Cometa do Milênio
Um menino que nasceu não só com um cabeção,
Mas também com um sem tamanho coração,
Que ao nascer recebeu o sobrenome cruz,
Ironicamente sendo abençoado com uma rara luz,
Guardada no seu esquerdo peito
Responsável pelo meigo e dócil jeito,
Capaz de fazer qualquer garota suspirar
E todo garoto o invejar ou admirar
Só por vê-lo serenatas a cantar.
É um dos únicos seres cheio de compaixão,
E por isso mesmo me sinto felizardo,
Por ter me tornado um grande amigo de Ricardo,
O cara que detona não só no violão,
Como também nas suas pequenas e sensatas atitudes,
Que chegam a transbordar uma esplendorosa virtude.
Se acha essas as principais qualidades,
Ainda não conhece Ricardo de verdade,
É o homem de gênio, deste milênio,
Ou o cometa nascido para todo o mundo iluminar.
Exercendo seu brilho sonoramente,
Com um violão e uma voz estridente.
Ficou claro que sobra admiração,
Por esse amigo que hoje considero um irmão.,
Não há palavras suficientes para descrever,
Como me sinto alegre em amigo dele ser,
E garanto que vou sentir infinita saudade,
De quando ele for uma grande celebridade.
E as essas memoráveis tardes,
Que passamos na casa dele juntos,
Conversando sobre banais assuntos,
Rindo de Rafinha fazer alarde,
De suas complicações na vida,
Tornando tais tardes bem mais divertidas.
Tomando goles de Aguardente
Tirando os problemas de nossa mente,
E nos fazendo vivenciar e presenciar
Cenas que nos fazem até hoje sorridentes
Realmente não dá para em um só poema,
Resumir a tamanha admiração
Por esse garoto do cabeção,
Que tem como de vida lema,
A bela e única especialidade,
De fazer som com o coração.
Mas também com um sem tamanho coração,
Que ao nascer recebeu o sobrenome cruz,
Ironicamente sendo abençoado com uma rara luz,
Guardada no seu esquerdo peito
Responsável pelo meigo e dócil jeito,
Capaz de fazer qualquer garota suspirar
E todo garoto o invejar ou admirar
Só por vê-lo serenatas a cantar.
É um dos únicos seres cheio de compaixão,
E por isso mesmo me sinto felizardo,
Por ter me tornado um grande amigo de Ricardo,
O cara que detona não só no violão,
Como também nas suas pequenas e sensatas atitudes,
Que chegam a transbordar uma esplendorosa virtude.
Se acha essas as principais qualidades,
Ainda não conhece Ricardo de verdade,
É o homem de gênio, deste milênio,
Ou o cometa nascido para todo o mundo iluminar.
Exercendo seu brilho sonoramente,
Com um violão e uma voz estridente.
Ficou claro que sobra admiração,
Por esse amigo que hoje considero um irmão.,
Não há palavras suficientes para descrever,
Como me sinto alegre em amigo dele ser,
E garanto que vou sentir infinita saudade,
De quando ele for uma grande celebridade.
E as essas memoráveis tardes,
Que passamos na casa dele juntos,
Conversando sobre banais assuntos,
Rindo de Rafinha fazer alarde,
De suas complicações na vida,
Tornando tais tardes bem mais divertidas.
Tomando goles de Aguardente
Tirando os problemas de nossa mente,
E nos fazendo vivenciar e presenciar
Cenas que nos fazem até hoje sorridentes
Realmente não dá para em um só poema,
Resumir a tamanha admiração
Por esse garoto do cabeção,
Que tem como de vida lema,
A bela e única especialidade,
De fazer som com o coração.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Terra Fria e Morte
| Desisti de tentar aproveitar o tempo, Pois ele é sempre levado pelo caridoso vento, E um sorriso falso eu ostento, Para fingir que gostei do momento, Quando na verdade só lamento, Por não poder voltar no tempo. Por isso, te peço: volta, E dessas sensações me solta, Sai dessa úmida e fria terra, Vem e me impede de ir a guerra, Que anseio só por encontrar a morte, E ter a mesma inoportuna sorte, Que você teve ao me deixar, Loucamente a por saudade chorar. Porque você da minha vida saiu? Deixando meu peito completamente vazio, E uma sensação de frio, um imenso frio, Que congelou e meu coração destruiu, Pela falta de calor e cor, Sempre geradas pelo seu doce amor. Não conhecia essa inédita sensação, Tão inconveniente que quase me leva a perdição, Chamam ela de saudade, a triste saudade, A mais dolorosa dor de verdade, Que te rouba a liberdade e qualquer estabilidade. Vem, levanta daí, aproveita a chuva, Que acabou por cair como uma luva, E veio os pecados nos tirar, Para que sobre a luz do luar, Nós possamos realizar nosso amor eterno, O único que sobreviveu a esse triste inverno |
terça-feira, 10 de junho de 2008
Equivocos Familiares


Uma relação muito estranha,
Se tem inicio quando um casal da luz ganha,
Um belo e frágil rebento,
Sem saber que com o tempo,
Participar de um antigo ciclo humano vão,
Responsável pelos laço fraternos do coração.
Quando crianças els são maior dos exemplos,
E para os filhos sobra admiração,
Pois chegam até a ser super-heróis,
Capazes de salvar uma nação,
De algum bandido que a destrói,
E se pudessem os reverenciavam num templo,
Por guardar um grande respeito, e amor no peito.
Os anos se passam e a bela relação,
Aos poucos se corroí e quase se destrói,
E a antes aquela inflada admiração,
se transforma em decepção e repulsão,
Por, de repente, terem finalmente percebido,
Que seus pais são humanos e cometem erros,
Não são heróis utópicos, talvez sejam bandidos,
E que como mortais vão acabar num triste enterro.
Esses adolescentes então se comprometem,
A nunca, no futuro, pecar como seus pais,
Que tão insistentemente teimaram em fazer demais,
Só que não percebem, que por ironia ou divina lição,
Acabam caindo em uma enorme contradição,
Quando mais velhos cometem os mesmo erros escuros,
Que seus tutores cometeram com a melhor intenção,
Para garantir a sua prole um bom futuro.
sábado, 7 de junho de 2008
O Lámurio do Rato
E lá ia o gato,
Levantando seu gracioso rabo,
Até ver no canto o cabisbaixo rato,
Lamuriar chateado,
Desconhecido pelo felino até então,
Que decidiu perguntar qual o motivo da aflição,
Geradora de tanta decepção.
-É que hoje eu ouvi aquele ditado:
Elogios não me elevam
E criticas não me rebaixam
Da boca de um pobre coitado.
Foi o suspiro triste do sábio rato,
Porém sem entender o motivos para os contínuos lamentos,
O confuso gato,
Expôs seus pensamentos:
-E isso não é bom?
Mostra que devemos ser humildes sempre"
O rato então balançou a cabeça negativamente
-Aí é que está o problema latente...
Se todos formos humildes, ninguém será diferente,
E então ninguém terá seu próprio tom...
Elogios deveriam ser apreciados,
E não ignorados, por uma falsa humildade,
E ainda mais que os elogios, as criticas,
Deveriam ser tratadas como informações ricas,
Porque precisamos delas pra crescer,
Para um futuro cheio de felicidade,
Ao lado do par amado,
Podermos ter.
Então o inocente gato perguntou,
Agora com os olhos arregalados,
-Certo, isso é ruim, mas afinal o que você quis dizer?
O pequeno roedor suspirou decepcionado,
E para o felino respondeu:
-É simples caro gato, a nossa pobre sociedade,
Aos poucos vai perdendo sua personalidade,
Pra dar lugar a uma unanimidade
De pessoas sem defeitos ou qualidades.
Levantando seu gracioso rabo,
Até ver no canto o cabisbaixo rato,
Lamuriar chateado,
Desconhecido pelo felino até então,
Que decidiu perguntar qual o motivo da aflição,
Geradora de tanta decepção.
-É que hoje eu ouvi aquele ditado:
Elogios não me elevam
E criticas não me rebaixam
Da boca de um pobre coitado.
Foi o suspiro triste do sábio rato,
Porém sem entender o motivos para os contínuos lamentos,
O confuso gato,
Expôs seus pensamentos:
-E isso não é bom?
Mostra que devemos ser humildes sempre"
O rato então balançou a cabeça negativamente
-Aí é que está o problema latente...
Se todos formos humildes, ninguém será diferente,
E então ninguém terá seu próprio tom...
Elogios deveriam ser apreciados,
E não ignorados, por uma falsa humildade,
E ainda mais que os elogios, as criticas,
Deveriam ser tratadas como informações ricas,
Porque precisamos delas pra crescer,
Para um futuro cheio de felicidade,
Ao lado do par amado,
Podermos ter.
Então o inocente gato perguntou,
Agora com os olhos arregalados,
-Certo, isso é ruim, mas afinal o que você quis dizer?
O pequeno roedor suspirou decepcionado,
E para o felino respondeu:
-É simples caro gato, a nossa pobre sociedade,
Aos poucos vai perdendo sua personalidade,
Pra dar lugar a uma unanimidade
De pessoas sem defeitos ou qualidades.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Decepções
Vou tentar, em versos resumir,
O que com com o tempo aprendi,
Sobre essas tais decepções,
Arrasadoras de corações.
Falarei sobre as mais complicadas,
São as duas que com as puras emoções,
Estão mais fortemente enlaçadas:
Amizade e amor, delas vêem as piores decepções.
Alguém pode dizer que a decepção amorosa,
É todas a mais furiosa,
Devastadora de sentimentos,
Eu, com meus pensamentos,
Tenho uma diferente opinião,
Se pode chamar alguma de a pior decepção,
Então essa é a causada pela amizade,
Pois mostra a nossa verdadeira fragilidade.
Simplificando tudo:
Quando se decepcionar com o amor,
Ainda lhe restará um escudo,
Para aliviar a sua dor,
Essa é a amizade...
Mas e quando a decepção for essa fraternidade,
Quem você escolherá para expôr sua fragilidade?
O que com com o tempo aprendi,
Sobre essas tais decepções,
Arrasadoras de corações.
Falarei sobre as mais complicadas,
São as duas que com as puras emoções,
Estão mais fortemente enlaçadas:
Amizade e amor, delas vêem as piores decepções.
Alguém pode dizer que a decepção amorosa,
É todas a mais furiosa,
Devastadora de sentimentos,
Eu, com meus pensamentos,
Tenho uma diferente opinião,
Se pode chamar alguma de a pior decepção,
Então essa é a causada pela amizade,
Pois mostra a nossa verdadeira fragilidade.
Simplificando tudo:
Quando se decepcionar com o amor,
Ainda lhe restará um escudo,
Para aliviar a sua dor,
Essa é a amizade...
Mas e quando a decepção for essa fraternidade,
Quem você escolherá para expôr sua fragilidade?
domingo, 25 de maio de 2008
Amada África
Todo dia com seus raios a castigar,
Foi lá que o Sol escolheu para primeiro iluminar,
De onde a humanidade teve origem,
É a terra das maiores vertigens,
Batizada de continente africano,
E berço dos mais sofridos seres humanos,
Foi agraciada com um relevo diverso,
A obra-prima do artesão do universo.
Na história que o mundo conheceu,
Tem ainda em suas terras as marcas,
De uma grande civilização em seu apogeu,
O Egito dos faraós, os deuses-monarcas,
Detentores da esbeltas dançarinas do ventre,
E Cleópatra, a maior de todas as rainhas existentes.
São nas suas florestas, rios e savanas,
Que pode-se encontra a beleza natural africana:
A altivez dos gorilas e leões,
Sempre aceleraram dos homens os corações;
Também as zebras, de listras brancas e pretas,
Assim como o revoar das belas aves e borboletas,
Despertam até hoje suspiros de admiração.
É a terra retratada na músicas,
Dos viris guerreiros tribais,
Portadores de lanças imponentes e rústicas,
E nas canções de ninar,
Das mulheres mais maternais,
Que trabalham de sol a sol a raiar.
As planícies africanas foram cenário,
Das guerras dos Orixás lendários,
Que mesmo após centenas de anos,
São cultuados além dos oceanos,
Por seus conjunto de valores,
Evocados pelo badalar de tambores.
E toda Noite recebe o amor,
De uma Lua tocada pela dor,
Do povo que apesar de discriminado pela negritude,
Vêem sua cor como a maior das virtudes,
Apenas por um amor, amor a sua cor,
Cor dada por uma mãe divina e mágica,
Uma grande mãe denominada: ÁFRICA!
Foi lá que o Sol escolheu para primeiro iluminar,
De onde a humanidade teve origem,
É a terra das maiores vertigens,
Batizada de continente africano,
E berço dos mais sofridos seres humanos,
Foi agraciada com um relevo diverso,
A obra-prima do artesão do universo.
Na história que o mundo conheceu,
Tem ainda em suas terras as marcas,
De uma grande civilização em seu apogeu,
O Egito dos faraós, os deuses-monarcas,
Detentores da esbeltas dançarinas do ventre,
E Cleópatra, a maior de todas as rainhas existentes.
São nas suas florestas, rios e savanas,
Que pode-se encontra a beleza natural africana:
A altivez dos gorilas e leões,
Sempre aceleraram dos homens os corações;
Também as zebras, de listras brancas e pretas,
Assim como o revoar das belas aves e borboletas,
Despertam até hoje suspiros de admiração.
É a terra retratada na músicas,
Dos viris guerreiros tribais,
Portadores de lanças imponentes e rústicas,
E nas canções de ninar,
Das mulheres mais maternais,
Que trabalham de sol a sol a raiar.
As planícies africanas foram cenário,
Das guerras dos Orixás lendários,
Que mesmo após centenas de anos,
São cultuados além dos oceanos,
Por seus conjunto de valores,
Evocados pelo badalar de tambores.
E toda Noite recebe o amor,
De uma Lua tocada pela dor,
Do povo que apesar de discriminado pela negritude,
Vêem sua cor como a maior das virtudes,
Apenas por um amor, amor a sua cor,
Cor dada por uma mãe divina e mágica,
Uma grande mãe denominada: ÁFRICA!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Olhos Ardentes
Esta tênue lembrança doce,
Veio logo que brisa do além-mar,
Meu rosto veio acariciar,
E recordei como se hoje fosse,
A primeira vez que encontrei o teu olhar,
Aquele que superou o brilho do luar.
Tal qual a lua valsa junto ao mar,
Como dois eternos amantes,
Notei um sentimento enebriante,
Culpado por tornar meu coração palpitante,
Só por vislumbrar, tão lindos orbes a brilhar.
Tão forte foi o sentimento,
Que todo dia ao acordar,
Sinto uma vontade imensa de te cativar,
Na forma de repetidos pensamentos,
Pois quero estar contigo até o fim dos tempos.
É, você me disse que são olhos normais,
Mas para mim, eles são bem mais que especiais,
O brilho que deles emanam,
São da minha felicidade as mais importantes lacunas,
Doce e sorridente Bruna.
E quando tal lembrança acaba de repente,
A nostalgia deixa uma esperança,
Que mantém o peito esquerdo quente,
Porque ele sente, sente que eternamente
Vai ser apaixonado por essa garota dos olhos ardentes.
Veio logo que brisa do além-mar,
Meu rosto veio acariciar,
E recordei como se hoje fosse,
A primeira vez que encontrei o teu olhar,
Aquele que superou o brilho do luar.
Tal qual a lua valsa junto ao mar,
Como dois eternos amantes,
Notei um sentimento enebriante,
Culpado por tornar meu coração palpitante,
Só por vislumbrar, tão lindos orbes a brilhar.
Tão forte foi o sentimento,
Que todo dia ao acordar,
Sinto uma vontade imensa de te cativar,
Na forma de repetidos pensamentos,
Pois quero estar contigo até o fim dos tempos.
É, você me disse que são olhos normais,
Mas para mim, eles são bem mais que especiais,
O brilho que deles emanam,
São da minha felicidade as mais importantes lacunas,
Doce e sorridente Bruna.
E quando tal lembrança acaba de repente,
A nostalgia deixa uma esperança,
Que mantém o peito esquerdo quente,
Porque ele sente, sente que eternamente
Vai ser apaixonado por essa garota dos olhos ardentes.
domingo, 18 de maio de 2008
Lei do Destino
Os dias passam sem eu ter percebido,
Seguindo um fluxo estranho,
Deixando um vazio sem tamanho,
Fazendo perceber que a vida não tem mais sentido.
Não estou querendo instigar suicídios,
Só sinto que continuar assim é um martírio,,
Mas não irei desistir,
Pois vim a este mundo com um destino a seguir.
O destino representado por um ditado,
Que diz "Se tiver de acontecer,,
Irá acontecer!", independente do meu querer.
E pra min só sobra adiar, ou não o momento,
Pois tão imprevisível quanto o vento,
O destino é o senhor do tempo.
Por seguir tal filosofia,
Decidi transpor minha pequena sabedoria,
Em loucos e enigmáticos poemas,
Criados para ajudar outros a disolverem seus dilemas.
Seguindo um fluxo estranho,
Deixando um vazio sem tamanho,
Fazendo perceber que a vida não tem mais sentido.
Não estou querendo instigar suicídios,
Só sinto que continuar assim é um martírio,,
Mas não irei desistir,
Pois vim a este mundo com um destino a seguir.
O destino representado por um ditado,
Que diz "Se tiver de acontecer,,
Irá acontecer!", independente do meu querer.
E pra min só sobra adiar, ou não o momento,
Pois tão imprevisível quanto o vento,
O destino é o senhor do tempo.
Por seguir tal filosofia,
Decidi transpor minha pequena sabedoria,
Em loucos e enigmáticos poemas,
Criados para ajudar outros a disolverem seus dilemas.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Vocações
Cada homem está destinado,
A seguir uma vocação,
Aqueles que seguem o caminho traçado,
Pelas linhas do coração,
São os mais afortunados.
Todo violeiro está sempre apaixonado,
Sempre fiel ao seu coração,
Esquecendo até a razão,
E com um sorriso abobalhado,
Consegue criar uma linda canção,
Capaz de tocar até o insensível lado,
Do maior dos safados, com grande emoção.
Todo poeta fica a pensar,
No mais belo jeito,
De expressar os sentimentos,
Contidos em seu peito,
Estes que chegam a acelerar,
Do coração, os batimentos,
E sem notar,
Deixa o tempo passar.
Todo artista procura uma musa,
E pensando nela usa,
Suas melhores atuações,
Para mostrar a todo custo,
O que está contido no lado esquerdo de seu busto,
E fazer seu publico suspirar de emoções.
Todo homem para cumprir primeiro sua meta,
Torna-se um violeiro ou poeta,
Ou ainda um artista ao ter em vista,
Sua unica e primordial missão:
Que é satisfazer seu coração.
A seguir uma vocação,
Aqueles que seguem o caminho traçado,
Pelas linhas do coração,
São os mais afortunados.
Todo violeiro está sempre apaixonado,
Sempre fiel ao seu coração,
Esquecendo até a razão,
E com um sorriso abobalhado,
Consegue criar uma linda canção,
Capaz de tocar até o insensível lado,
Do maior dos safados, com grande emoção.
Todo poeta fica a pensar,
No mais belo jeito,
De expressar os sentimentos,
Contidos em seu peito,
Estes que chegam a acelerar,
Do coração, os batimentos,
E sem notar,
Deixa o tempo passar.
Todo artista procura uma musa,
E pensando nela usa,
Suas melhores atuações,
Para mostrar a todo custo,
O que está contido no lado esquerdo de seu busto,
E fazer seu publico suspirar de emoções.
Todo homem para cumprir primeiro sua meta,
Torna-se um violeiro ou poeta,
Ou ainda um artista ao ter em vista,
Sua unica e primordial missão:
Que é satisfazer seu coração.
terça-feira, 6 de maio de 2008
A Tal Raposa
A raposa é a mais astuta,
Porque venceu a tal disputa,
Onde a premiação seria o simples coração,
Daquele que usa a razão pra expressar emoções,
O tolo poeta ficou sem reação,
Ao ver aquele sorriso bobo e jeito meigo,
Que fizeram-no perceber que ainda era um leigo,
Quando o assunto era seu conturbado coração.
Pobre poeta, arrepende-se tanto,
Por ter perdido a oportunidade
Pois agindo covardemente,
Não lutou por seus sentimentos devidamente,
E agora teme pela eternidade,
Em que seu coração ficará aos prantos,
Por não ter pra si garota com o nome raposa,
A única quem queria para ser sua esposa.
Porque venceu a tal disputa,
Onde a premiação seria o simples coração,
Daquele que usa a razão pra expressar emoções,
O tolo poeta ficou sem reação,
Ao ver aquele sorriso bobo e jeito meigo,
Que fizeram-no perceber que ainda era um leigo,
Quando o assunto era seu conturbado coração.
Pobre poeta, arrepende-se tanto,
Por ter perdido a oportunidade
Pois agindo covardemente,
Não lutou por seus sentimentos devidamente,
E agora teme pela eternidade,
Em que seu coração ficará aos prantos,
Por não ter pra si garota com o nome raposa,
A única quem queria para ser sua esposa.
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