Morar permanentemente em Noronha,
Jogar pela seleção nacional,
Ter uma raposa de estimação,
Você bem sabe,
É tudo que meu coração sonha.
Mas você não sabe,
Você sabe não,
Que deixaria isso de lado,
Se tivesse de abrir mão,
De tudo que tenho com você.
Não é que eu queira mudar,
Mas eu mudaria,
Assim como já mudei,
Se for pela nossa alegria,
Serei o que tiver de ser,
Contanto que esteja com você.
Cada página que escrevi,
Dos best-sellers que vou publicar,
Todas ideias que minha mente tem,
Você bem sabe,
É pra torná-las livro que eu vivi.
Mas nem você sabe,
Você sabe nem,
Que tudo seria apagado,
Se eu soubesse que faria bem,
Pra ligação que tenho com você.
A vida é uma confusão,
E mesmo assim,
Você me deu uma razão,
Para acreditar que no fim,
Nossa alegria será mais sim, do que não.
Existem momentos ruins,
E nem sempre é fácil de superar,
Mas se você realmente quiser,
Tanto quanto eu quero,
Nossas diferenças não vão atrapalhar.
Não que eu queira lhe mudar,
Mas sei que você o faria,
Assim como já o fez,
Se for pela nossa alegria,
Você será o que der pra ser,
Pra nossa felicidade ser um eu e você.
Visitar anualmente Noronha,
Fazer uma viagem global,
Ter gato e cão de estimação,
Você bem sabe,
São planos que a gente sonha.
Mas você não sabe,
Você sabe não,
Que o maior sonho já foi realizado:
É poder ter de verão a verão,
Tudo que tenho em você.
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terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2009
9 Defeitos, 4 Virtudes
Algumas pessoas pensam estar certas,
Outras simplesmente estão certas,
Muitas se acham sempre erradas,
Essas estão sempre quietas e irritadas.
Tem algumas que são legais,
Sempre muito legais,
Mas talvez por dentro,
Elas estejam se remoendo,
De ódio e frustração.
Outras ainda tentam ser,
O que nunca quiseram ser,
Só para agradar alguém,
Sem saber que isso não lhe faz bem.
Mascaras são usadas por todos,
Os que são pessimistas,
E os que são otimistas.
Você tambem se escondeu?
Mostre-me seu verdadeiro eu.
Eu decidi ser um idiota,
O que a de mal nisso?
Idiotas são sempre sinceros,
Falsários não se dão bem com sinceridade,
É isso que eu espero.
Mostre-me cada virtude,
Só alguns defeitos,
Preciso me acostumar com seu jeito,
Mas vou gostar de entender suas atitudes.
Se são nove defeitos,
E apenas quatro virtudes,
São cinco maneiras de brigarmos,
Isso sem contar os meus defeitos,
Mas isso que é legal.
Tudo segue no seu ritmo natural,
Somos quem podemos ser,
Nosso amor vai conseguir esclarecer,
Qualquer confusão.
Não, não ache que estou chateado,
Na verdade estou feliz,
Por estar apaixonado,
E por não sermos perfeitos.
Brigas provam que a gente é normal.
Eu falo essas besteiras,
Porque eu sou sempre sincero,
Até quando isso se torna incoveniente.
Sei que sou diferente,
Talvez seja minha maior qualidade,
Ou apenas meu pior defeito,
Ser sincero pode ser bom ou ruim,
Depende do ponto de vista.
Eu conheço seu verdadeiro eu,
Lembro de tudo que você prometeu,
Nosso amor vai dar certo lembra?
Homens são tão idiotas,
Acham que podem enganar todo mundo,
Mulheres são tão fracas,
Acabam perdoando esses vagabundos.
Mas eles sempre se completam,
Elas tambem cometem seus erros,
Eles sempre acabam derretidos,
Tudo segue como deve seguir,
Todos sempre voltam a sorrir.
As diferenças existem
As brigas vão acontecer novamente,
Mas não importa realmente,
Porque os momentos bons superam tudo isso.
Eu sempre vou pedir desculpas,
Mesmo que eu esteja certo...
Ta bom, às vezes não...
Mas eu tambem sou um idiota,
Que não resiste ao seu sorriso.
É de você que preciso...
Isso não é novidade...
Nossas diferenças são o tempero,
Do nosso belo relacionamento.
Você só vive uma vez,
Eu não tenho tanta lucidez,
Pra conseguir te entender sempre,
Você precisa me explicar às vezes.
Não vire as costas pra mim,
Senão vou te abraçar e te colocar no colo,
Você fica encabulada com isso,
É realmente tão bom te ver assim.
Se eu pudesse,
Só te faria sorrir,
Mas às vezes vou ter que te irritar,
Pra você me mostrar,
Que entre a vontade de praguejar,
Você ainda consegue me amar.
Bruno Tôp
Outras simplesmente estão certas,
Muitas se acham sempre erradas,
Essas estão sempre quietas e irritadas.
Tem algumas que são legais,
Sempre muito legais,
Mas talvez por dentro,
Elas estejam se remoendo,
De ódio e frustração.
Outras ainda tentam ser,
O que nunca quiseram ser,
Só para agradar alguém,
Sem saber que isso não lhe faz bem.
Mascaras são usadas por todos,
Os que são pessimistas,
E os que são otimistas.
Você tambem se escondeu?
Mostre-me seu verdadeiro eu.
Eu decidi ser um idiota,
O que a de mal nisso?
Idiotas são sempre sinceros,
Falsários não se dão bem com sinceridade,
É isso que eu espero.
Mostre-me cada virtude,
Só alguns defeitos,
Preciso me acostumar com seu jeito,
Mas vou gostar de entender suas atitudes.
Se são nove defeitos,
E apenas quatro virtudes,
São cinco maneiras de brigarmos,
Isso sem contar os meus defeitos,
Mas isso que é legal.
Tudo segue no seu ritmo natural,
Somos quem podemos ser,
Nosso amor vai conseguir esclarecer,
Qualquer confusão.
Não, não ache que estou chateado,
Na verdade estou feliz,
Por estar apaixonado,
E por não sermos perfeitos.
Brigas provam que a gente é normal.
Eu falo essas besteiras,
Porque eu sou sempre sincero,
Até quando isso se torna incoveniente.
Sei que sou diferente,
Talvez seja minha maior qualidade,
Ou apenas meu pior defeito,
Ser sincero pode ser bom ou ruim,
Depende do ponto de vista.
Eu conheço seu verdadeiro eu,
Lembro de tudo que você prometeu,
Nosso amor vai dar certo lembra?
Homens são tão idiotas,
Acham que podem enganar todo mundo,
Mulheres são tão fracas,
Acabam perdoando esses vagabundos.
Mas eles sempre se completam,
Elas tambem cometem seus erros,
Eles sempre acabam derretidos,
Tudo segue como deve seguir,
Todos sempre voltam a sorrir.
As diferenças existem
As brigas vão acontecer novamente,
Mas não importa realmente,
Porque os momentos bons superam tudo isso.
Eu sempre vou pedir desculpas,
Mesmo que eu esteja certo...
Ta bom, às vezes não...
Mas eu tambem sou um idiota,
Que não resiste ao seu sorriso.
É de você que preciso...
Isso não é novidade...
Nossas diferenças são o tempero,
Do nosso belo relacionamento.
Você só vive uma vez,
Eu não tenho tanta lucidez,
Pra conseguir te entender sempre,
Você precisa me explicar às vezes.
Não vire as costas pra mim,
Senão vou te abraçar e te colocar no colo,
Você fica encabulada com isso,
É realmente tão bom te ver assim.
Se eu pudesse,
Só te faria sorrir,
Mas às vezes vou ter que te irritar,
Pra você me mostrar,
Que entre a vontade de praguejar,
Você ainda consegue me amar.
Bruno Tôp
domingo, 22 de junho de 2008
O Cometa do Milênio
Um menino que nasceu não só com um cabeção,
Mas também com um sem tamanho coração,
Que ao nascer recebeu o sobrenome cruz,
Ironicamente sendo abençoado com uma rara luz,
Guardada no seu esquerdo peito
Responsável pelo meigo e dócil jeito,
Capaz de fazer qualquer garota suspirar
E todo garoto o invejar ou admirar
Só por vê-lo serenatas a cantar.
É um dos únicos seres cheio de compaixão,
E por isso mesmo me sinto felizardo,
Por ter me tornado um grande amigo de Ricardo,
O cara que detona não só no violão,
Como também nas suas pequenas e sensatas atitudes,
Que chegam a transbordar uma esplendorosa virtude.
Se acha essas as principais qualidades,
Ainda não conhece Ricardo de verdade,
É o homem de gênio, deste milênio,
Ou o cometa nascido para todo o mundo iluminar.
Exercendo seu brilho sonoramente,
Com um violão e uma voz estridente.
Ficou claro que sobra admiração,
Por esse amigo que hoje considero um irmão.,
Não há palavras suficientes para descrever,
Como me sinto alegre em amigo dele ser,
E garanto que vou sentir infinita saudade,
De quando ele for uma grande celebridade.
E as essas memoráveis tardes,
Que passamos na casa dele juntos,
Conversando sobre banais assuntos,
Rindo de Rafinha fazer alarde,
De suas complicações na vida,
Tornando tais tardes bem mais divertidas.
Tomando goles de Aguardente
Tirando os problemas de nossa mente,
E nos fazendo vivenciar e presenciar
Cenas que nos fazem até hoje sorridentes
Realmente não dá para em um só poema,
Resumir a tamanha admiração
Por esse garoto do cabeção,
Que tem como de vida lema,
A bela e única especialidade,
De fazer som com o coração.
Mas também com um sem tamanho coração,
Que ao nascer recebeu o sobrenome cruz,
Ironicamente sendo abençoado com uma rara luz,
Guardada no seu esquerdo peito
Responsável pelo meigo e dócil jeito,
Capaz de fazer qualquer garota suspirar
E todo garoto o invejar ou admirar
Só por vê-lo serenatas a cantar.
É um dos únicos seres cheio de compaixão,
E por isso mesmo me sinto felizardo,
Por ter me tornado um grande amigo de Ricardo,
O cara que detona não só no violão,
Como também nas suas pequenas e sensatas atitudes,
Que chegam a transbordar uma esplendorosa virtude.
Se acha essas as principais qualidades,
Ainda não conhece Ricardo de verdade,
É o homem de gênio, deste milênio,
Ou o cometa nascido para todo o mundo iluminar.
Exercendo seu brilho sonoramente,
Com um violão e uma voz estridente.
Ficou claro que sobra admiração,
Por esse amigo que hoje considero um irmão.,
Não há palavras suficientes para descrever,
Como me sinto alegre em amigo dele ser,
E garanto que vou sentir infinita saudade,
De quando ele for uma grande celebridade.
E as essas memoráveis tardes,
Que passamos na casa dele juntos,
Conversando sobre banais assuntos,
Rindo de Rafinha fazer alarde,
De suas complicações na vida,
Tornando tais tardes bem mais divertidas.
Tomando goles de Aguardente
Tirando os problemas de nossa mente,
E nos fazendo vivenciar e presenciar
Cenas que nos fazem até hoje sorridentes
Realmente não dá para em um só poema,
Resumir a tamanha admiração
Por esse garoto do cabeção,
Que tem como de vida lema,
A bela e única especialidade,
De fazer som com o coração.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Terra Fria e Morte
| Desisti de tentar aproveitar o tempo, Pois ele é sempre levado pelo caridoso vento, E um sorriso falso eu ostento, Para fingir que gostei do momento, Quando na verdade só lamento, Por não poder voltar no tempo. Por isso, te peço: volta, E dessas sensações me solta, Sai dessa úmida e fria terra, Vem e me impede de ir a guerra, Que anseio só por encontrar a morte, E ter a mesma inoportuna sorte, Que você teve ao me deixar, Loucamente a por saudade chorar. Porque você da minha vida saiu? Deixando meu peito completamente vazio, E uma sensação de frio, um imenso frio, Que congelou e meu coração destruiu, Pela falta de calor e cor, Sempre geradas pelo seu doce amor. Não conhecia essa inédita sensação, Tão inconveniente que quase me leva a perdição, Chamam ela de saudade, a triste saudade, A mais dolorosa dor de verdade, Que te rouba a liberdade e qualquer estabilidade. Vem, levanta daí, aproveita a chuva, Que acabou por cair como uma luva, E veio os pecados nos tirar, Para que sobre a luz do luar, Nós possamos realizar nosso amor eterno, O único que sobreviveu a esse triste inverno |
terça-feira, 10 de junho de 2008
Equivocos Familiares


Uma relação muito estranha,
Se tem inicio quando um casal da luz ganha,
Um belo e frágil rebento,
Sem saber que com o tempo,
Participar de um antigo ciclo humano vão,
Responsável pelos laço fraternos do coração.
Quando crianças els são maior dos exemplos,
E para os filhos sobra admiração,
Pois chegam até a ser super-heróis,
Capazes de salvar uma nação,
De algum bandido que a destrói,
E se pudessem os reverenciavam num templo,
Por guardar um grande respeito, e amor no peito.
Os anos se passam e a bela relação,
Aos poucos se corroí e quase se destrói,
E a antes aquela inflada admiração,
se transforma em decepção e repulsão,
Por, de repente, terem finalmente percebido,
Que seus pais são humanos e cometem erros,
Não são heróis utópicos, talvez sejam bandidos,
E que como mortais vão acabar num triste enterro.
Esses adolescentes então se comprometem,
A nunca, no futuro, pecar como seus pais,
Que tão insistentemente teimaram em fazer demais,
Só que não percebem, que por ironia ou divina lição,
Acabam caindo em uma enorme contradição,
Quando mais velhos cometem os mesmo erros escuros,
Que seus tutores cometeram com a melhor intenção,
Para garantir a sua prole um bom futuro.
sábado, 7 de junho de 2008
O Lámurio do Rato
E lá ia o gato,
Levantando seu gracioso rabo,
Até ver no canto o cabisbaixo rato,
Lamuriar chateado,
Desconhecido pelo felino até então,
Que decidiu perguntar qual o motivo da aflição,
Geradora de tanta decepção.
-É que hoje eu ouvi aquele ditado:
Elogios não me elevam
E criticas não me rebaixam
Da boca de um pobre coitado.
Foi o suspiro triste do sábio rato,
Porém sem entender o motivos para os contínuos lamentos,
O confuso gato,
Expôs seus pensamentos:
-E isso não é bom?
Mostra que devemos ser humildes sempre"
O rato então balançou a cabeça negativamente
-Aí é que está o problema latente...
Se todos formos humildes, ninguém será diferente,
E então ninguém terá seu próprio tom...
Elogios deveriam ser apreciados,
E não ignorados, por uma falsa humildade,
E ainda mais que os elogios, as criticas,
Deveriam ser tratadas como informações ricas,
Porque precisamos delas pra crescer,
Para um futuro cheio de felicidade,
Ao lado do par amado,
Podermos ter.
Então o inocente gato perguntou,
Agora com os olhos arregalados,
-Certo, isso é ruim, mas afinal o que você quis dizer?
O pequeno roedor suspirou decepcionado,
E para o felino respondeu:
-É simples caro gato, a nossa pobre sociedade,
Aos poucos vai perdendo sua personalidade,
Pra dar lugar a uma unanimidade
De pessoas sem defeitos ou qualidades.
Levantando seu gracioso rabo,
Até ver no canto o cabisbaixo rato,
Lamuriar chateado,
Desconhecido pelo felino até então,
Que decidiu perguntar qual o motivo da aflição,
Geradora de tanta decepção.
-É que hoje eu ouvi aquele ditado:
Elogios não me elevam
E criticas não me rebaixam
Da boca de um pobre coitado.
Foi o suspiro triste do sábio rato,
Porém sem entender o motivos para os contínuos lamentos,
O confuso gato,
Expôs seus pensamentos:
-E isso não é bom?
Mostra que devemos ser humildes sempre"
O rato então balançou a cabeça negativamente
-Aí é que está o problema latente...
Se todos formos humildes, ninguém será diferente,
E então ninguém terá seu próprio tom...
Elogios deveriam ser apreciados,
E não ignorados, por uma falsa humildade,
E ainda mais que os elogios, as criticas,
Deveriam ser tratadas como informações ricas,
Porque precisamos delas pra crescer,
Para um futuro cheio de felicidade,
Ao lado do par amado,
Podermos ter.
Então o inocente gato perguntou,
Agora com os olhos arregalados,
-Certo, isso é ruim, mas afinal o que você quis dizer?
O pequeno roedor suspirou decepcionado,
E para o felino respondeu:
-É simples caro gato, a nossa pobre sociedade,
Aos poucos vai perdendo sua personalidade,
Pra dar lugar a uma unanimidade
De pessoas sem defeitos ou qualidades.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Decepções
Vou tentar, em versos resumir,
O que com com o tempo aprendi,
Sobre essas tais decepções,
Arrasadoras de corações.
Falarei sobre as mais complicadas,
São as duas que com as puras emoções,
Estão mais fortemente enlaçadas:
Amizade e amor, delas vêem as piores decepções.
Alguém pode dizer que a decepção amorosa,
É todas a mais furiosa,
Devastadora de sentimentos,
Eu, com meus pensamentos,
Tenho uma diferente opinião,
Se pode chamar alguma de a pior decepção,
Então essa é a causada pela amizade,
Pois mostra a nossa verdadeira fragilidade.
Simplificando tudo:
Quando se decepcionar com o amor,
Ainda lhe restará um escudo,
Para aliviar a sua dor,
Essa é a amizade...
Mas e quando a decepção for essa fraternidade,
Quem você escolherá para expôr sua fragilidade?
O que com com o tempo aprendi,
Sobre essas tais decepções,
Arrasadoras de corações.
Falarei sobre as mais complicadas,
São as duas que com as puras emoções,
Estão mais fortemente enlaçadas:
Amizade e amor, delas vêem as piores decepções.
Alguém pode dizer que a decepção amorosa,
É todas a mais furiosa,
Devastadora de sentimentos,
Eu, com meus pensamentos,
Tenho uma diferente opinião,
Se pode chamar alguma de a pior decepção,
Então essa é a causada pela amizade,
Pois mostra a nossa verdadeira fragilidade.
Simplificando tudo:
Quando se decepcionar com o amor,
Ainda lhe restará um escudo,
Para aliviar a sua dor,
Essa é a amizade...
Mas e quando a decepção for essa fraternidade,
Quem você escolherá para expôr sua fragilidade?
domingo, 25 de maio de 2008
Amada África
Todo dia com seus raios a castigar,
Foi lá que o Sol escolheu para primeiro iluminar,
De onde a humanidade teve origem,
É a terra das maiores vertigens,
Batizada de continente africano,
E berço dos mais sofridos seres humanos,
Foi agraciada com um relevo diverso,
A obra-prima do artesão do universo.
Na história que o mundo conheceu,
Tem ainda em suas terras as marcas,
De uma grande civilização em seu apogeu,
O Egito dos faraós, os deuses-monarcas,
Detentores da esbeltas dançarinas do ventre,
E Cleópatra, a maior de todas as rainhas existentes.
São nas suas florestas, rios e savanas,
Que pode-se encontra a beleza natural africana:
A altivez dos gorilas e leões,
Sempre aceleraram dos homens os corações;
Também as zebras, de listras brancas e pretas,
Assim como o revoar das belas aves e borboletas,
Despertam até hoje suspiros de admiração.
É a terra retratada na músicas,
Dos viris guerreiros tribais,
Portadores de lanças imponentes e rústicas,
E nas canções de ninar,
Das mulheres mais maternais,
Que trabalham de sol a sol a raiar.
As planícies africanas foram cenário,
Das guerras dos Orixás lendários,
Que mesmo após centenas de anos,
São cultuados além dos oceanos,
Por seus conjunto de valores,
Evocados pelo badalar de tambores.
E toda Noite recebe o amor,
De uma Lua tocada pela dor,
Do povo que apesar de discriminado pela negritude,
Vêem sua cor como a maior das virtudes,
Apenas por um amor, amor a sua cor,
Cor dada por uma mãe divina e mágica,
Uma grande mãe denominada: ÁFRICA!
Foi lá que o Sol escolheu para primeiro iluminar,
De onde a humanidade teve origem,
É a terra das maiores vertigens,
Batizada de continente africano,
E berço dos mais sofridos seres humanos,
Foi agraciada com um relevo diverso,
A obra-prima do artesão do universo.
Na história que o mundo conheceu,
Tem ainda em suas terras as marcas,
De uma grande civilização em seu apogeu,
O Egito dos faraós, os deuses-monarcas,
Detentores da esbeltas dançarinas do ventre,
E Cleópatra, a maior de todas as rainhas existentes.
São nas suas florestas, rios e savanas,
Que pode-se encontra a beleza natural africana:
A altivez dos gorilas e leões,
Sempre aceleraram dos homens os corações;
Também as zebras, de listras brancas e pretas,
Assim como o revoar das belas aves e borboletas,
Despertam até hoje suspiros de admiração.
É a terra retratada na músicas,
Dos viris guerreiros tribais,
Portadores de lanças imponentes e rústicas,
E nas canções de ninar,
Das mulheres mais maternais,
Que trabalham de sol a sol a raiar.
As planícies africanas foram cenário,
Das guerras dos Orixás lendários,
Que mesmo após centenas de anos,
São cultuados além dos oceanos,
Por seus conjunto de valores,
Evocados pelo badalar de tambores.
E toda Noite recebe o amor,
De uma Lua tocada pela dor,
Do povo que apesar de discriminado pela negritude,
Vêem sua cor como a maior das virtudes,
Apenas por um amor, amor a sua cor,
Cor dada por uma mãe divina e mágica,
Uma grande mãe denominada: ÁFRICA!
terça-feira, 20 de maio de 2008
Olhos Ardentes
Esta tênue lembrança doce,
Veio logo que brisa do além-mar,
Meu rosto veio acariciar,
E recordei como se hoje fosse,
A primeira vez que encontrei o teu olhar,
Aquele que superou o brilho do luar.
Tal qual a lua valsa junto ao mar,
Como dois eternos amantes,
Notei um sentimento enebriante,
Culpado por tornar meu coração palpitante,
Só por vislumbrar, tão lindos orbes a brilhar.
Tão forte foi o sentimento,
Que todo dia ao acordar,
Sinto uma vontade imensa de te cativar,
Na forma de repetidos pensamentos,
Pois quero estar contigo até o fim dos tempos.
É, você me disse que são olhos normais,
Mas para mim, eles são bem mais que especiais,
O brilho que deles emanam,
São da minha felicidade as mais importantes lacunas,
Doce e sorridente Bruna.
E quando tal lembrança acaba de repente,
A nostalgia deixa uma esperança,
Que mantém o peito esquerdo quente,
Porque ele sente, sente que eternamente
Vai ser apaixonado por essa garota dos olhos ardentes.
Veio logo que brisa do além-mar,
Meu rosto veio acariciar,
E recordei como se hoje fosse,
A primeira vez que encontrei o teu olhar,
Aquele que superou o brilho do luar.
Tal qual a lua valsa junto ao mar,
Como dois eternos amantes,
Notei um sentimento enebriante,
Culpado por tornar meu coração palpitante,
Só por vislumbrar, tão lindos orbes a brilhar.
Tão forte foi o sentimento,
Que todo dia ao acordar,
Sinto uma vontade imensa de te cativar,
Na forma de repetidos pensamentos,
Pois quero estar contigo até o fim dos tempos.
É, você me disse que são olhos normais,
Mas para mim, eles são bem mais que especiais,
O brilho que deles emanam,
São da minha felicidade as mais importantes lacunas,
Doce e sorridente Bruna.
E quando tal lembrança acaba de repente,
A nostalgia deixa uma esperança,
Que mantém o peito esquerdo quente,
Porque ele sente, sente que eternamente
Vai ser apaixonado por essa garota dos olhos ardentes.
domingo, 18 de maio de 2008
Lei do Destino
Os dias passam sem eu ter percebido,
Seguindo um fluxo estranho,
Deixando um vazio sem tamanho,
Fazendo perceber que a vida não tem mais sentido.
Não estou querendo instigar suicídios,
Só sinto que continuar assim é um martírio,,
Mas não irei desistir,
Pois vim a este mundo com um destino a seguir.
O destino representado por um ditado,
Que diz "Se tiver de acontecer,,
Irá acontecer!", independente do meu querer.
E pra min só sobra adiar, ou não o momento,
Pois tão imprevisível quanto o vento,
O destino é o senhor do tempo.
Por seguir tal filosofia,
Decidi transpor minha pequena sabedoria,
Em loucos e enigmáticos poemas,
Criados para ajudar outros a disolverem seus dilemas.
Seguindo um fluxo estranho,
Deixando um vazio sem tamanho,
Fazendo perceber que a vida não tem mais sentido.
Não estou querendo instigar suicídios,
Só sinto que continuar assim é um martírio,,
Mas não irei desistir,
Pois vim a este mundo com um destino a seguir.
O destino representado por um ditado,
Que diz "Se tiver de acontecer,,
Irá acontecer!", independente do meu querer.
E pra min só sobra adiar, ou não o momento,
Pois tão imprevisível quanto o vento,
O destino é o senhor do tempo.
Por seguir tal filosofia,
Decidi transpor minha pequena sabedoria,
Em loucos e enigmáticos poemas,
Criados para ajudar outros a disolverem seus dilemas.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Vocações
Cada homem está destinado,
A seguir uma vocação,
Aqueles que seguem o caminho traçado,
Pelas linhas do coração,
São os mais afortunados.
Todo violeiro está sempre apaixonado,
Sempre fiel ao seu coração,
Esquecendo até a razão,
E com um sorriso abobalhado,
Consegue criar uma linda canção,
Capaz de tocar até o insensível lado,
Do maior dos safados, com grande emoção.
Todo poeta fica a pensar,
No mais belo jeito,
De expressar os sentimentos,
Contidos em seu peito,
Estes que chegam a acelerar,
Do coração, os batimentos,
E sem notar,
Deixa o tempo passar.
Todo artista procura uma musa,
E pensando nela usa,
Suas melhores atuações,
Para mostrar a todo custo,
O que está contido no lado esquerdo de seu busto,
E fazer seu publico suspirar de emoções.
Todo homem para cumprir primeiro sua meta,
Torna-se um violeiro ou poeta,
Ou ainda um artista ao ter em vista,
Sua unica e primordial missão:
Que é satisfazer seu coração.
A seguir uma vocação,
Aqueles que seguem o caminho traçado,
Pelas linhas do coração,
São os mais afortunados.
Todo violeiro está sempre apaixonado,
Sempre fiel ao seu coração,
Esquecendo até a razão,
E com um sorriso abobalhado,
Consegue criar uma linda canção,
Capaz de tocar até o insensível lado,
Do maior dos safados, com grande emoção.
Todo poeta fica a pensar,
No mais belo jeito,
De expressar os sentimentos,
Contidos em seu peito,
Estes que chegam a acelerar,
Do coração, os batimentos,
E sem notar,
Deixa o tempo passar.
Todo artista procura uma musa,
E pensando nela usa,
Suas melhores atuações,
Para mostrar a todo custo,
O que está contido no lado esquerdo de seu busto,
E fazer seu publico suspirar de emoções.
Todo homem para cumprir primeiro sua meta,
Torna-se um violeiro ou poeta,
Ou ainda um artista ao ter em vista,
Sua unica e primordial missão:
Que é satisfazer seu coração.
terça-feira, 6 de maio de 2008
A Tal Raposa
A raposa é a mais astuta,
Porque venceu a tal disputa,
Onde a premiação seria o simples coração,
Daquele que usa a razão pra expressar emoções,
O tolo poeta ficou sem reação,
Ao ver aquele sorriso bobo e jeito meigo,
Que fizeram-no perceber que ainda era um leigo,
Quando o assunto era seu conturbado coração.
Pobre poeta, arrepende-se tanto,
Por ter perdido a oportunidade
Pois agindo covardemente,
Não lutou por seus sentimentos devidamente,
E agora teme pela eternidade,
Em que seu coração ficará aos prantos,
Por não ter pra si garota com o nome raposa,
A única quem queria para ser sua esposa.
Porque venceu a tal disputa,
Onde a premiação seria o simples coração,
Daquele que usa a razão pra expressar emoções,
O tolo poeta ficou sem reação,
Ao ver aquele sorriso bobo e jeito meigo,
Que fizeram-no perceber que ainda era um leigo,
Quando o assunto era seu conturbado coração.
Pobre poeta, arrepende-se tanto,
Por ter perdido a oportunidade
Pois agindo covardemente,
Não lutou por seus sentimentos devidamente,
E agora teme pela eternidade,
Em que seu coração ficará aos prantos,
Por não ter pra si garota com o nome raposa,
A única quem queria para ser sua esposa.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Garota Feliz
Conheci uma garota, cheia de pura energia,
Tal qual os primeiros raios solares do dia,
Ostentando um sorriso encantador
E seu jeito animado e engraçado,
Tornou o ambiente cheio de cor.
Quando junto comigo, você bate e corta,
Mostra que muito lhe importa,
Com um eu abobalhado como uma porta.
É Srta. Mascaro,
Vão dizer por aí que meu eu não vale um centavo,
Porém cabe a você decidir o que é caro,
Arriscar na gente certa intimidade,
Fazer-nos um sentimento todo liberdade.
Sei que hoje, sua opinião é diferente,
Porque você bem sabe que um poeta pode ser surpreendente,
E pra mim, lhe ver tão feliz,
Faz-me notar que uma nova amiga eu fiz.
E cantando Los Hermanos ou bebendo uma cerveja,
Irei me sentir realizado,
Já que encontrei uma boa amiga, ou seja,
Alguém para sempre se sorrir e ficar ao lado.
Tal qual os primeiros raios solares do dia,
Ostentando um sorriso encantador
E seu jeito animado e engraçado,
Tornou o ambiente cheio de cor.
Quando junto comigo, você bate e corta,
Mostra que muito lhe importa,
Com um eu abobalhado como uma porta.
É Srta. Mascaro,
Vão dizer por aí que meu eu não vale um centavo,
Porém cabe a você decidir o que é caro,
Arriscar na gente certa intimidade,
Fazer-nos um sentimento todo liberdade.
Sei que hoje, sua opinião é diferente,
Porque você bem sabe que um poeta pode ser surpreendente,
E pra mim, lhe ver tão feliz,
Faz-me notar que uma nova amiga eu fiz.
E cantando Los Hermanos ou bebendo uma cerveja,
Irei me sentir realizado,
Já que encontrei uma boa amiga, ou seja,
Alguém para sempre se sorrir e ficar ao lado.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Seu Lindo Sorriso
Percebo que frequentemente,
Fico a sorrir bobamente,
Só por poder vislumbrar,
Esse seu lindo sorriso,
Mais belo que qualquer luz do luar.
E quando o sonho me pega
Sinto uma felicidade cega
Pois nos meu sonhos
Vou sempre ter você
Afinal, seu lindo sorriso,
É o que me faz viver
Então em poucos segundos,
Perco meu mundo,
Ao despertar e não poder mais admirar,
O seu lindo sorriso, o único capaz,
De alegrar este meu coração vagabundo.
Fico a sorrir bobamente,
Só por poder vislumbrar,
Esse seu lindo sorriso,
Mais belo que qualquer luz do luar.
E quando o sonho me pega
Sinto uma felicidade cega
Pois nos meu sonhos
Vou sempre ter você
Afinal, seu lindo sorriso,
É o que me faz viver
Então em poucos segundos,
Perco meu mundo,
Ao despertar e não poder mais admirar,
O seu lindo sorriso, o único capaz,
De alegrar este meu coração vagabundo.
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