A Névoa é sempre tão misteriosa...
Sempre que passa deixa uma sensação gostosa,
Cria ilusões na mente,
E deixa frio tudo que antes era quente.
A Névoa, tão bela e tão sozinha,
Será que amigos ela tinha?
Névoa, Névoa... Névoa deliciosa,
Você sempre traz uma sensação maravilhosa.
Suas visitas são as mais aguardadas...
Às vezes você vem após a Tempestade,
Às vezes com a Senhorita gotas de Chuva...
Jamais com o orgulhoso Trovão...
Nem com a solitária nuvem...
Mas vocês sempre vêm...
As alegrias de louco,
São suas visitas matinais,
Às vezes tão triviais,
Às vezes elas são sensacionais...
Cuidade Névoa Misteriosa,
Suas visitas estão se tornando viciosas...
Você é parecida com certas pessoas,
Aquela que se prejudicam por sempre serem tão boas.
Vocês simplesmente deixam de impor suas opiniões,
Para que seus amigos e companheiros não entrem em contradições...
Cuidado Névoa Misteriosa,
Você vai acabar seca como as rosas.
Você tem tudo para ser feliz,
Mas você esquece que na vida deve-se cuidar do seu próprio nariz,
E deixar que cada um seja seu próprio mestre e aprendiz.
Ei Misteriosa Névoa, quando você vai voltar?
Sua visita faz qualquer poeta se alegrar,
Volte com uma opinião formada,
E quem sabe você não percebe estar apaixonada?
Você só precisa aprender a dizer não...
E logo vai perceber que vai ter encontrado o ar do seu balão,
O balão que chamam de coração.
Deixe clara sua opinião Névoa Misteriosa,
E você vai descobrir como a vida é mais gostosa.
Pode vir aqui quando precisar,
Sempre vai haver um tolo aqui para te abraçar.
Bruno Tôp
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Divagações de Tôp VI - Conversas Paralelas
Sabe uma coisa que eu não abro mão?
São aquelas conversas paralelas,
Dialogos sobre qualquer tema,
Seja sobre a vida, mulher, mundo e até poemas.
Pode ser com um desconhecido, amigo ou irmão,
Não consigo viver sem elas.
Elas me fazem tão feliz,
Foram ela que me ensinaram a cuidar do meu nariz,
E é delas que sou um fiel aprendiz.
São essas conversas que me fazem ser,
Foram para essas conversas que vim a nascer,
Pois não sou aquele que vai mudar o mundo,
Mas serei eu que aprenderei tudo a fundo,
E verei na frente dos meus olhos crescer,
O humano que vai mudar nosso modo de viver.
Eu nasci com uma vocação,
De ser o mestre da próxima geração,
Só o que quero é guiar os filhos da minha nação.
Só tenho um sonho a ser realizado,
Que meu nome com o tempo não seja apagado,
Meu nome vai ficar depois vida,
Para que minha obra seja lida.
Não vou deixar que tudo que aprendi com essas conversas,
Sejam levados pelo vento, ou nas águas do mar imersa.
Minha louca sabedoria vai sobreviver,
Pois mesmo que besteiras eu venha a escrever,
Alguma lição vai estar dentro dela,
Pois aprendi tudo com minhas amadas conversas paralelas.
Daqui a pouco eu começo novamente,
Sento numa mesa e olho pra frente,
Aquele que existiver ali vai me ensinar,
E por isso que eu adoro conversar.
Bruno Tôp
São aquelas conversas paralelas,
Dialogos sobre qualquer tema,
Seja sobre a vida, mulher, mundo e até poemas.
Pode ser com um desconhecido, amigo ou irmão,
Não consigo viver sem elas.
Elas me fazem tão feliz,
Foram ela que me ensinaram a cuidar do meu nariz,
E é delas que sou um fiel aprendiz.
São essas conversas que me fazem ser,
Foram para essas conversas que vim a nascer,
Pois não sou aquele que vai mudar o mundo,
Mas serei eu que aprenderei tudo a fundo,
E verei na frente dos meus olhos crescer,
O humano que vai mudar nosso modo de viver.
Eu nasci com uma vocação,
De ser o mestre da próxima geração,
Só o que quero é guiar os filhos da minha nação.
Só tenho um sonho a ser realizado,
Que meu nome com o tempo não seja apagado,
Meu nome vai ficar depois vida,
Para que minha obra seja lida.
Não vou deixar que tudo que aprendi com essas conversas,
Sejam levados pelo vento, ou nas águas do mar imersa.
Minha louca sabedoria vai sobreviver,
Pois mesmo que besteiras eu venha a escrever,
Alguma lição vai estar dentro dela,
Pois aprendi tudo com minhas amadas conversas paralelas.
Daqui a pouco eu começo novamente,
Sento numa mesa e olho pra frente,
Aquele que existiver ali vai me ensinar,
E por isso que eu adoro conversar.
Bruno Tôp
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
A Espera Pela Tempestade
Coração palpita cheio de saudade.
Coração espera, espera a tempestade,
Que vem limpar a tudo,
Vem deixar todos mudo.
Vem acabar com qualquer impureza,
Volta a trazer o equilibrio da natureza.
Ela traz sim, traz libra,
Traz uma balança sagrada que equilibra,
Qualquer angústia e aflição,
Que consegue entreter coração.
A tempestade sempre vem,
E ela sempre vem de mais além,
Tempestade sempre chega depois da calmaria,
Só para angustia a todos com uma chuva fria,
Manda embora a senhorita gotas de chuva,
Expulsa as solitárias nuvens,
E chama a destruição.
Tempestade não clama por destruição,
Tempestade só gosta por uma pequena confusão,
Ela só gosta de chamar atenção...
Assim como certas pessoas que mudam sua opinião,
Só para agradar os que ao seu redor estão.
Mas a Tempestade tem personalidade,
Tempestade jamais muda por ninguém,
Tempestade não se importa se agrada alguém...
Tempestade não se importa se não tem amizade,
Tempestade se importa com seus valores,
Pois mesmo que seja só um, ela tem seus amores.
Tempestade vai e volta de repente,
Ela sempre continua estridente,
Tempestade é imultável e marcante,
Acho que por isso ela tem um ar galante.
Bruno Tôp
Coração espera, espera a tempestade,
Que vem limpar a tudo,
Vem deixar todos mudo.
Vem acabar com qualquer impureza,
Volta a trazer o equilibrio da natureza.
Ela traz sim, traz libra,
Traz uma balança sagrada que equilibra,
Qualquer angústia e aflição,
Que consegue entreter coração.
A tempestade sempre vem,
E ela sempre vem de mais além,
Tempestade sempre chega depois da calmaria,
Só para angustia a todos com uma chuva fria,
Manda embora a senhorita gotas de chuva,
Expulsa as solitárias nuvens,
E chama a destruição.
Tempestade não clama por destruição,
Tempestade só gosta por uma pequena confusão,
Ela só gosta de chamar atenção...
Assim como certas pessoas que mudam sua opinião,
Só para agradar os que ao seu redor estão.
Mas a Tempestade tem personalidade,
Tempestade jamais muda por ninguém,
Tempestade não se importa se agrada alguém...
Tempestade não se importa se não tem amizade,
Tempestade se importa com seus valores,
Pois mesmo que seja só um, ela tem seus amores.
Tempestade vai e volta de repente,
Ela sempre continua estridente,
Tempestade é imultável e marcante,
Acho que por isso ela tem um ar galante.
Bruno Tôp
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Divagações de Tôp V - O Preço de Um Sorriso
É bom deixar claro esse aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Às vezes ele é vendido,
Na verdade quase sempre é vendido...
Porque vendido?
Porque as pessoas sem alegria têm vivido.
E porque será que continuar esbanjando nos meu lábios,
Um sorriso que nem o maior dos sábios,
Ousou a sustentar?
Porque simplesmente continuo a sonhar.
COntinuo a almejar,
Continuo a viver,
Continuo a sem ter o que fazer...
As complicações não param de aparecer...
E eu continuo a tentar resolver,
Ou simplesmente deixo-as se acumular,
Dou férias pra minha mente,
E sigo em frente,
Como se meu passado nunca fosse existente.
Por isso repito o aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Mas se existe um preço justo para o meu,
Acho que por cinco centavos ele seria teu,
Afinal a maioria deles esborram falsidade,
Não que eu faça por maldade,
É que me acostumei a sorrir por qualquer banalidade.
Meu sorriso quase sempre não vale nada,
E por isso mesmo que minha alma é apaixonada,
Por sorriso cheios de sinceridade,
É ali que encontro minha tranquiladade,
Não tem como, sou apaixonado por sorrisos,
São eles o que eu sempre viso.
Pode ser timido ou amostrado,
Desde que venha de seu coração,
Pode ter certeza que vai chamar minha atenção,
E vou querer ele ao meu lado.
Bruno Tôp
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Às vezes ele é vendido,
Na verdade quase sempre é vendido...
Porque vendido?
Porque as pessoas sem alegria têm vivido.
E porque será que continuar esbanjando nos meu lábios,
Um sorriso que nem o maior dos sábios,
Ousou a sustentar?
Porque simplesmente continuo a sonhar.
COntinuo a almejar,
Continuo a viver,
Continuo a sem ter o que fazer...
As complicações não param de aparecer...
E eu continuo a tentar resolver,
Ou simplesmente deixo-as se acumular,
Dou férias pra minha mente,
E sigo em frente,
Como se meu passado nunca fosse existente.
Por isso repito o aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Mas se existe um preço justo para o meu,
Acho que por cinco centavos ele seria teu,
Afinal a maioria deles esborram falsidade,
Não que eu faça por maldade,
É que me acostumei a sorrir por qualquer banalidade.
Meu sorriso quase sempre não vale nada,
E por isso mesmo que minha alma é apaixonada,
Por sorriso cheios de sinceridade,
É ali que encontro minha tranquiladade,
Não tem como, sou apaixonado por sorrisos,
São eles o que eu sempre viso.
Pode ser timido ou amostrado,
Desde que venha de seu coração,
Pode ter certeza que vai chamar minha atenção,
E vou querer ele ao meu lado.
Bruno Tôp
domingo, 19 de outubro de 2008
Melhor dos Presentes
Sempre está ali quando você mais precisa,
Daniela é a melhor das companheiras,
E ela é realmente uma brasileira,
Pois nunca a vi desistir do que visa,
Mas sempre vejo ela deprimida,
Tanto que eu até esqueço dos problemas da minha vida.
Como Rafinha colocou na nossa canção,
Minha adorável amiga, Daniela Galvão,
É mais como uma: 'garota depressão'.
Ela tem o melhor abraço que existe,
É daqueles abraço que jamais vistes,
É um abraço tão aconchegante,
Que chega a ser viciante.
Toda vez que Dani conta ou faz um relato,
Parece que ele é pior dos fatos,
Sei lá Dani faz com que você preste total atenção,
Faz com você esqueça os problemas do seu coração.
Mas ei, Dani não é só depressão,
Ela também esbanja uma pura felicidade,
Que você não vê em qualquer cidade,
É uma felicidade tão contagiante,
Muito maior que qualquer elefante...
É dificil expressar a sensação de estar do lado dela,
Só quando você sentir seu abraço,
Vislumbrar seu sorriso,
Entender seu lindo coração,
É que você vai perceber que Daniela,
Esbanja uma feliz depressão.
Pra ela nossa amizade pode ser despercebida,
Mas sempre digo novamente,
Daniela foi o melhor dos presentes,
Que já ganhei na minha vida.
Ah e o presente que ela me deu também foi excelente.
Bruno Tôp
Daniela é a melhor das companheiras,
E ela é realmente uma brasileira,
Pois nunca a vi desistir do que visa,
Mas sempre vejo ela deprimida,
Tanto que eu até esqueço dos problemas da minha vida.
Como Rafinha colocou na nossa canção,
Minha adorável amiga, Daniela Galvão,
É mais como uma: 'garota depressão'.
Ela tem o melhor abraço que existe,
É daqueles abraço que jamais vistes,
É um abraço tão aconchegante,
Que chega a ser viciante.
Toda vez que Dani conta ou faz um relato,
Parece que ele é pior dos fatos,
Sei lá Dani faz com que você preste total atenção,
Faz com você esqueça os problemas do seu coração.
Mas ei, Dani não é só depressão,
Ela também esbanja uma pura felicidade,
Que você não vê em qualquer cidade,
É uma felicidade tão contagiante,
Muito maior que qualquer elefante...
É dificil expressar a sensação de estar do lado dela,
Só quando você sentir seu abraço,
Vislumbrar seu sorriso,
Entender seu lindo coração,
É que você vai perceber que Daniela,
Esbanja uma feliz depressão.
Pra ela nossa amizade pode ser despercebida,
Mas sempre digo novamente,
Daniela foi o melhor dos presentes,
Que já ganhei na minha vida.
Ah e o presente que ela me deu também foi excelente.
Bruno Tôp
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Desventuras de um Espantalho - Prólogo
'Ó doce Bailarina, o que preciso fazer,
O que preciso realizar para poder te ter?'
Recitava um boneco desengonçado,
Tão desengonçado que chegava a ser engraçado.
O espantalho olhava totalmente hipnotizado,
Para o alto da estante, onde ali parada,
Estava uma bailarina imobilizada.
'És tu de novo espantalho?
Já não te disse que não devis vir aqui?
Não posso ir contigo mesmo se houvesse um atalho...
Estou presa aqui, e eternamente vou ficar aqui'
Era sempre a mesma história...
Toda noite o engraçado espantalho,
Saía da caixa de brinquedos,
Montava um castelo com cartas de baralho,
E ia admirar a bailarina da estante.
Não havia o que fazer certo?
O espantalho estava fadado a continuar assim,
A toda noite ter a bailarina tão perto,
Mas nunca tê-la pra si no fim.
Errado,
Aquele espantalho era muito mais que atrapalhado,
Ele era inteligente e esforçado,
Mas foi só quando a presença de um clarão,
Durante a passagem da senhorita gotas de chuva,
Mostrou a seu coração,
Que a bailarina era tão infeliz,
Quanto ele por não tocá-la nem por um triz.
E o espantalho decidiu,
'Você poderia esperar por mim?
Poderia você minha flor de lis,
Esperar a volta de seu serafim?'
A bailarina achou que era mais uma das palhaçadas,
Que o bobo espantalhado fazia para lhe fazer feliz.
E então respondeu inocentemente,
'Só se você prometer que quando retornar,
Nós poderesmo ficar juntos para sempre,
Que este globo aqui não mais vai estar...'
'Eu prometo sim'
E assim iniciava-se as desventuras do espantalho.
Bruno Tôp
O que preciso realizar para poder te ter?'
Recitava um boneco desengonçado,
Tão desengonçado que chegava a ser engraçado.
O espantalho olhava totalmente hipnotizado,
Para o alto da estante, onde ali parada,
Estava uma bailarina imobilizada.
'És tu de novo espantalho?
Já não te disse que não devis vir aqui?
Não posso ir contigo mesmo se houvesse um atalho...
Estou presa aqui, e eternamente vou ficar aqui'
Era sempre a mesma história...
Toda noite o engraçado espantalho,
Saía da caixa de brinquedos,
Montava um castelo com cartas de baralho,
E ia admirar a bailarina da estante.
Não havia o que fazer certo?
O espantalho estava fadado a continuar assim,
A toda noite ter a bailarina tão perto,
Mas nunca tê-la pra si no fim.
Errado,
Aquele espantalho era muito mais que atrapalhado,
Ele era inteligente e esforçado,
Mas foi só quando a presença de um clarão,
Durante a passagem da senhorita gotas de chuva,
Mostrou a seu coração,
Que a bailarina era tão infeliz,
Quanto ele por não tocá-la nem por um triz.
E o espantalho decidiu,
'Você poderia esperar por mim?
Poderia você minha flor de lis,
Esperar a volta de seu serafim?'
A bailarina achou que era mais uma das palhaçadas,
Que o bobo espantalhado fazia para lhe fazer feliz.
E então respondeu inocentemente,
'Só se você prometer que quando retornar,
Nós poderesmo ficar juntos para sempre,
Que este globo aqui não mais vai estar...'
'Eu prometo sim'
E assim iniciava-se as desventuras do espantalho.
Bruno Tôp
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Senhorita Gotas de Chuva
Senhorita gotas de chuva continua caindo,
Essa senhorita gotas de chuvas continua sorrindo,
Continua caindo e descendo pelo rosto,
Chegando aos lábios com uma adorável gosto,
Senhorita gotas de chuva, por favor, continue vindo...
Venha e lave qualquer impureza desta alma,
Ó senhorita, continue enebriando o mundo,
Solte suas lágrimas presas lá no fundo,
Deixe que qualquer um possa transpor certa calma,
Senhorita gotas de chuvas, você representa a perfeição,
Você é a única a harpar sua própria canção,
Só com o barulho que faz ao ricochetear no chão.
Às vezes, você vem como as lágrimas de nuvem,
Você simboliza tão bem alegria e a surpresa,
Simboliza o desespero e a tristeza,
Você hipnotiza os homens para que uivem,
Implorando para que sua visita venha o quanto antes,
Só para que você afogue sentimentos cortantes...
Venha bem-vinda senhorita, e se choque contra as janelas,
Venha liberte qualquer um de sua imaginária cela,
Você é sempre tão constante... Nunca para de cair,
Nunca para de limpar a tudo, nunca para de caminhos abrir,
Pode descer gotas de chuva, és de fato muito bela.
A senhorita já sabe: pra todos é uma boa companheira,
Afinal acaba com qualquer pasmaceira,
De tão chamativa que és,
Tornasse a felicidade das Marias e dos Zés...
Sabe... Toda vez que você está para chegar,
Um cheiro de terra molhada nos narizes vem a tocar,
É um aroma estonteantemente delicioso,
Ele torna seu chegar um tanto quanto gostoso.
Ei senhorita gotas de chuva,
Por favor, não esqueça dessa gente,
Que precisa de você pra seguir em frente,
Seja para cobrir a mão da alma como uma luva,
Seja para criar vida na sua existência,
Não importa senhorita gotas de chuva,
Por favor, visite-nos com frequência...
Bruno Tôp
Essa senhorita gotas de chuvas continua sorrindo,
Continua caindo e descendo pelo rosto,
Chegando aos lábios com uma adorável gosto,
Senhorita gotas de chuva, por favor, continue vindo...
Venha e lave qualquer impureza desta alma,
Ó senhorita, continue enebriando o mundo,
Solte suas lágrimas presas lá no fundo,
Deixe que qualquer um possa transpor certa calma,
Senhorita gotas de chuvas, você representa a perfeição,
Você é a única a harpar sua própria canção,
Só com o barulho que faz ao ricochetear no chão.
Às vezes, você vem como as lágrimas de nuvem,
Você simboliza tão bem alegria e a surpresa,
Simboliza o desespero e a tristeza,
Você hipnotiza os homens para que uivem,
Implorando para que sua visita venha o quanto antes,
Só para que você afogue sentimentos cortantes...
Venha bem-vinda senhorita, e se choque contra as janelas,
Venha liberte qualquer um de sua imaginária cela,
Você é sempre tão constante... Nunca para de cair,
Nunca para de limpar a tudo, nunca para de caminhos abrir,
Pode descer gotas de chuva, és de fato muito bela.
A senhorita já sabe: pra todos é uma boa companheira,
Afinal acaba com qualquer pasmaceira,
De tão chamativa que és,
Tornasse a felicidade das Marias e dos Zés...
Sabe... Toda vez que você está para chegar,
Um cheiro de terra molhada nos narizes vem a tocar,
É um aroma estonteantemente delicioso,
Ele torna seu chegar um tanto quanto gostoso.
Ei senhorita gotas de chuva,
Por favor, não esqueça dessa gente,
Que precisa de você pra seguir em frente,
Seja para cobrir a mão da alma como uma luva,
Seja para criar vida na sua existência,
Não importa senhorita gotas de chuva,
Por favor, visite-nos com frequência...
Bruno Tôp
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Divagações de Tôp IV - Incadecente
Porque será que os insetos vivem a rodar,
As lâmpadas incadecentes,
Achando que perto dela serão contentes?
E não percebem que só estão a voar,
Para uma dor iminente?
Acho sou feito eles, só que um pouco diferente.
De fato, gostaria de ter esquecido:
Esse teu sorriso torto,
Mas desde que o vi tenho vivido,
Como um semi-morto,
Por não poder vê-lo diariamente,
Teu sorriso me deixou dependente.
Mas como não tenho tanta disposição,
Acabo enganando meu coração,
E te esqueço de vez em quando,
Só para ver se eu realmente mando,
Pois do jeito que as coisas estão indo,
Acho que me coração está me dominando,
E vou acabar nunca mais sorrindo.
Quero dizer, posso voltar a sorrir,
Mas primeiro para meu sorriso existir,
Tenho que vislumbrar novamente,
Esse sorriso torto que me faz tão contente.
Acho que me tornei um inseto a voar,
Ao redor de uma luz incadecente,
Que ultimamente não me faz bem algum,
Mas não consigo simplesmente parar,
Viciei nessa luz incadecente tão quente,
E reduz meus males a nenhum.
É seu sorriso é incadecente,
É de um vermelho ardente,
É o que me faz contente,
E tão por ti dependente.
Bruno Tôp
As lâmpadas incadecentes,
Achando que perto dela serão contentes?
E não percebem que só estão a voar,
Para uma dor iminente?
Acho sou feito eles, só que um pouco diferente.
De fato, gostaria de ter esquecido:
Esse teu sorriso torto,
Mas desde que o vi tenho vivido,
Como um semi-morto,
Por não poder vê-lo diariamente,
Teu sorriso me deixou dependente.
Mas como não tenho tanta disposição,
Acabo enganando meu coração,
E te esqueço de vez em quando,
Só para ver se eu realmente mando,
Pois do jeito que as coisas estão indo,
Acho que me coração está me dominando,
E vou acabar nunca mais sorrindo.
Quero dizer, posso voltar a sorrir,
Mas primeiro para meu sorriso existir,
Tenho que vislumbrar novamente,
Esse sorriso torto que me faz tão contente.
Acho que me tornei um inseto a voar,
Ao redor de uma luz incadecente,
Que ultimamente não me faz bem algum,
Mas não consigo simplesmente parar,
Viciei nessa luz incadecente tão quente,
E reduz meus males a nenhum.
É seu sorriso é incadecente,
É de um vermelho ardente,
É o que me faz contente,
E tão por ti dependente.
Bruno Tôp
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Torre Camuflada
Sua personalidade única já o torna diferente,
Mas o seu tamanho impede de vermos essa personalidade,
Por isso Fábio Marçal pra mim, é uma Torre camuflada,
Sempre intocavél, solitária e ali parada,
Sem poder ter nenhuma oportunidade,
De se deixar sorrir contente,
COmo qualquer um que já passou na sua frente.
Essa complicação é só o começo do problema,
As palavras tem uma mágica desconhecida,
E quando Fábio aceitou esse dilema,
De que era diferente de todos ao seu redor
Criou uma defesa tão forte, mas tão escondida,
Que para alguém conhecê-lo de verdade,
Teria que aceitar qualquer ato maior,
Vindo dessa estranha personalidade.
E como uma torre, Fábio tende a manter distante,
Todos que não acreditam que ali adiante,
Há surpresas inimiginavéis,
Assim como uma torre que guarda tessouros icomensuravéis,
Fábio guarda uma pessoa maravilhosa,
Escondida por essa parede viciosa,
Que sem querer colocou para se proteger,
Dos ferimentos que ninguém quer ter.
E eu consigo afirmar,
Sem nenhum medo de errar,
Que consegui nos segredos dessa torre penetrar,
E garanto a todos que já ouviram-no falar,
Que Fábio é mais que seguranças e celular,
É uma pessoa a se admirar,
É só mais um tímido que tem medo de se apegar,
Que não sabe como amar.
Ele tão grandão e forte,
Teve a inoportúna sorte,
De criar esse chato jeito,
O de manter as pessoas distante do seu peito,
Mas ele o faz por uma bom motivo,
Tem medo que arranjar um relacionamento nocivo.
Pra quem vê de fora nossa amizade,
Pode até parecer que somos só falsidade,
Mas não, ultrapassamos e chegamos numa fraternidade,
Essa torre hoje faz parte da base da minha personalidade,
E agradeço por tê-lo conhecido,
Pois hoje se sou um tolo ou sábio metido,
É graças aos apredizados que fiz com essa torre de verdade.
Bruno Tôp
Mas o seu tamanho impede de vermos essa personalidade,
Por isso Fábio Marçal pra mim, é uma Torre camuflada,
Sempre intocavél, solitária e ali parada,
Sem poder ter nenhuma oportunidade,
De se deixar sorrir contente,
COmo qualquer um que já passou na sua frente.
Essa complicação é só o começo do problema,
As palavras tem uma mágica desconhecida,
E quando Fábio aceitou esse dilema,
De que era diferente de todos ao seu redor
Criou uma defesa tão forte, mas tão escondida,
Que para alguém conhecê-lo de verdade,
Teria que aceitar qualquer ato maior,
Vindo dessa estranha personalidade.
E como uma torre, Fábio tende a manter distante,
Todos que não acreditam que ali adiante,
Há surpresas inimiginavéis,
Assim como uma torre que guarda tessouros icomensuravéis,
Fábio guarda uma pessoa maravilhosa,
Escondida por essa parede viciosa,
Que sem querer colocou para se proteger,
Dos ferimentos que ninguém quer ter.
E eu consigo afirmar,
Sem nenhum medo de errar,
Que consegui nos segredos dessa torre penetrar,
E garanto a todos que já ouviram-no falar,
Que Fábio é mais que seguranças e celular,
É uma pessoa a se admirar,
É só mais um tímido que tem medo de se apegar,
Que não sabe como amar.
Ele tão grandão e forte,
Teve a inoportúna sorte,
De criar esse chato jeito,
O de manter as pessoas distante do seu peito,
Mas ele o faz por uma bom motivo,
Tem medo que arranjar um relacionamento nocivo.
Pra quem vê de fora nossa amizade,
Pode até parecer que somos só falsidade,
Mas não, ultrapassamos e chegamos numa fraternidade,
Essa torre hoje faz parte da base da minha personalidade,
E agradeço por tê-lo conhecido,
Pois hoje se sou um tolo ou sábio metido,
É graças aos apredizados que fiz com essa torre de verdade.
Bruno Tôp
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Divagações de Tôp III - Três Folhas
Um dia quem sabe eu deixo de ser um leitor,
Tomo vergonha na cara e me torno um escritor,
Não qualquer um, mas um daqueles aloprados,
Um daqueles que escreve algo com significado.
Um dia quem sabe me torno sensato,
Percebo que vinha vida não difere muito da de um rato,
Reflito um pouco e respiro fundo,
Daí então vou pensar nos problemas do mundo.
Um dia quem sabe resolvo de fato me apaixonar,
E paro de vez de por qualquer uma suspirar,
Um dia ainda coloco meu coração na linha,
E assim quem sabe descubro ter uma mulher só minha?
Um dia quem sabe para com os poemas,
Afinal é chato rimar todos os meus dilemas...
É quem sabe que me levante e vá resolver meus problemas?
Acho dificil tornar realidade essa cena,
Acho que por isso que deveria pegar uma perpétua pena.
Um dia quem sabe obtenho coragem,
E mostro que minha passagem,
Não foi em vão,
Que eu tive um coração,
Que eu espremi um limão,
E que transformei minha vida numa canção.
Um dia... Só um dia... É disso que preciso,
Para deixar de ser um Narciso,
Para parar de ver em três folhas,
Meus desejos realizados com o estourar de bolhas,
Para perceber que eu cresci,
E que desde que nasci,
Só dependo de mim,
Para tornar honrado meu fim.
Bruno Tôp
Tomo vergonha na cara e me torno um escritor,
Não qualquer um, mas um daqueles aloprados,
Um daqueles que escreve algo com significado.
Um dia quem sabe me torno sensato,
Percebo que vinha vida não difere muito da de um rato,
Reflito um pouco e respiro fundo,
Daí então vou pensar nos problemas do mundo.
Um dia quem sabe resolvo de fato me apaixonar,
E paro de vez de por qualquer uma suspirar,
Um dia ainda coloco meu coração na linha,
E assim quem sabe descubro ter uma mulher só minha?
Um dia quem sabe para com os poemas,
Afinal é chato rimar todos os meus dilemas...
É quem sabe que me levante e vá resolver meus problemas?
Acho dificil tornar realidade essa cena,
Acho que por isso que deveria pegar uma perpétua pena.
Um dia quem sabe obtenho coragem,
E mostro que minha passagem,
Não foi em vão,
Que eu tive um coração,
Que eu espremi um limão,
E que transformei minha vida numa canção.
Um dia... Só um dia... É disso que preciso,
Para deixar de ser um Narciso,
Para parar de ver em três folhas,
Meus desejos realizados com o estourar de bolhas,
Para perceber que eu cresci,
E que desde que nasci,
Só dependo de mim,
Para tornar honrado meu fim.
Bruno Tôp
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Cara de Cu
Dirijo o poema a tu,
Garota conhecida como cara de cu,
Pois apesar de adorar te espancar,
Amo também contigo conversar,
És uma dessas personalidades,
Que não encontramos em qualquer esquina,
Com sua voz irritante e fina,
Conquista fácil qualquer tipo de intimidade.
Tão excêntrica e discarada,
Quando afrontada nunca permace calada,
Tem uma personalidade forte,
E uma estranha sorte.
Eu não entendo o porque da minha admiração,
Afinal tu é uma garota sem noção,
Que não me ajuda em nada,
Só as vezes que me faz ter boas risadas.
Talvez seja porque és tão iritante,
Quanto eu sou incoveniente,
Isso me faz querer te irritar ainda mais,
Isso realmente me traz um estranha paz.
Ainda não sei porque gosto de tu,
Acho que porque és minha cara de cu.
Uma garota tão diferente,
Que quero ter por perto sempre.
Bruno Tôp
Garota conhecida como cara de cu,
Pois apesar de adorar te espancar,
Amo também contigo conversar,
És uma dessas personalidades,
Que não encontramos em qualquer esquina,
Com sua voz irritante e fina,
Conquista fácil qualquer tipo de intimidade.
Tão excêntrica e discarada,
Quando afrontada nunca permace calada,
Tem uma personalidade forte,
E uma estranha sorte.
Eu não entendo o porque da minha admiração,
Afinal tu é uma garota sem noção,
Que não me ajuda em nada,
Só as vezes que me faz ter boas risadas.
Talvez seja porque és tão iritante,
Quanto eu sou incoveniente,
Isso me faz querer te irritar ainda mais,
Isso realmente me traz um estranha paz.
Ainda não sei porque gosto de tu,
Acho que porque és minha cara de cu.
Uma garota tão diferente,
Que quero ter por perto sempre.
Bruno Tôp
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Lembre-se: No Céu Existem as Nuvens
Deixe o tempo passar
Não tente impedí-lo de seguir
Tente não se apegar
E quem sabe você volte a sorrir.
É o mundo vai mudar.
Lembre-se: o mundo nunca para de girar.
Admire as nuvens e deite no chão,
Deixe seu ser se perder na imensidão,
Deixe sua alma voar com sua imaginação.
Esqueça os problemas mundanos,
E lembre: você é só mais um dos bilhões de humanos,
Que já existiram, existem ou vão existir,
Lembre-se: sempre dá pra voltar a sorrir.
As nuvens tão sempre ali no céu,
E se você se sente sózinho,
Se tem ninguém para seguir pelo seu caminho...
Lembre-se: é lá repousam os que já passaram do véu.
Continue sua hitória, crie um novo prólogo,
Dizem que todo epílogo é um novo prólogo...
Não se apegue ao felizes para sempre...
Lembre-se: sempre há uma aventura nova à frente.
As nuvens estão aí para isso,
Para que você se lembre que o mundo é maior,
É infinitamente maior do que está a seu redor,
Por isso tudo, Lembre-se disso:
Há sempre um lugar para se ser feliz,
Mesmo que esteja muito distante do seu nariz.
Bruno Tôp
Não tente impedí-lo de seguir
Tente não se apegar
E quem sabe você volte a sorrir.
É o mundo vai mudar.
Lembre-se: o mundo nunca para de girar.
Admire as nuvens e deite no chão,
Deixe seu ser se perder na imensidão,
Deixe sua alma voar com sua imaginação.
Esqueça os problemas mundanos,
E lembre: você é só mais um dos bilhões de humanos,
Que já existiram, existem ou vão existir,
Lembre-se: sempre dá pra voltar a sorrir.
As nuvens tão sempre ali no céu,
E se você se sente sózinho,
Se tem ninguém para seguir pelo seu caminho...
Lembre-se: é lá repousam os que já passaram do véu.
Continue sua hitória, crie um novo prólogo,
Dizem que todo epílogo é um novo prólogo...
Não se apegue ao felizes para sempre...
Lembre-se: sempre há uma aventura nova à frente.
As nuvens estão aí para isso,
Para que você se lembre que o mundo é maior,
É infinitamente maior do que está a seu redor,
Por isso tudo, Lembre-se disso:
Há sempre um lugar para se ser feliz,
Mesmo que esteja muito distante do seu nariz.
Bruno Tôp
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Divagações de Tôp II - Mosaico
Será que nos meus últimos dias
Conseguirei sentir alguma alegria?
Fico meio indeciso quanto a essa resposta...
Afinal eu recordo agora,
Que naquela angustiante hora,
Destrui meu Mosaico aposta.
Era a minha aposta para a felicidade,
Um mosaico de diferentes personalidades,
Criado a partir de várias amizades...
Aquela que eu contava para a eternidade.
Mas eu o destrui em fragmentos,
E que esteja ofuscado nesse momento,
Aquele Mosaico era a prova que vivi,
A prova que existi, sorri, sofri, mas que sobrevivi...
Era o Mosaico dos meus sentimentos.
Sei que vou juntar esse Mosaico em pedaços,
Vos conseguir resgatar meus antigos laços.
E também aumentar meu circulo de confiança,
Pra que no final restem boas lembranças,
Do mesmo Mosaico que comecei quando criança.
Bruno Tôp
Conseguirei sentir alguma alegria?
Fico meio indeciso quanto a essa resposta...
Afinal eu recordo agora,
Que naquela angustiante hora,
Destrui meu Mosaico aposta.
Era a minha aposta para a felicidade,
Um mosaico de diferentes personalidades,
Criado a partir de várias amizades...
Aquela que eu contava para a eternidade.
Mas eu o destrui em fragmentos,
E que esteja ofuscado nesse momento,
Aquele Mosaico era a prova que vivi,
A prova que existi, sorri, sofri, mas que sobrevivi...
Era o Mosaico dos meus sentimentos.
Sei que vou juntar esse Mosaico em pedaços,
Vos conseguir resgatar meus antigos laços.
E também aumentar meu circulo de confiança,
Pra que no final restem boas lembranças,
Do mesmo Mosaico que comecei quando criança.
Bruno Tôp
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Personificação de Responsabilidade
Era uma vez, num certo lugar, não muito diferente,
Do que se pode ver em qualquer poente,
Uma certa garotinha um tanto quanto fofinha...
Seus amigos a chamavam de Jé, mas eu prefiro Carolzinha.
Carolzinha era uma menina linda de se ver,
Daquelas que pra sua amiga você quer ter...
Ela vivia feliz e sorridente,
Sempre pensando no futuro e seguindo em frente,
Obstinada e sensata, Carolzinha era uma beata.
E num dia qualquer, ela conheceu um louco com uma lata.
Seu nome era Tôp, e adorava beber...
Tanto que Carolzinha não conseguia se conter,
Das besteiras que ele meio alterado falava,
Isso fazia Carolzinha dar risadas bravas...
E sem querer querendo,
Ou quem sabe até querendo...
Eles ficaram amigos rapidamente...
Carolzinha sempre mostrando o caminho à frente,
Mostrando o que é certo e errado,
E Tôp bem ali sempre bicado?
Falando besteiras matinais,
Que fazia dos ambientes mais legais...
Mas de repente eles meio que se separaram,
E Tôp e Carolzinha já não tanto se falam...
Mas eles continuavam a ser amigos de verdade,
Pois Tôp podia não aparentar saudade,
Mas com certeza ele adorava aquela amizade,
Afinal Carolzinha era sua personificação de Responsabilidade.
Bruno Tôp
Do que se pode ver em qualquer poente,
Uma certa garotinha um tanto quanto fofinha...
Seus amigos a chamavam de Jé, mas eu prefiro Carolzinha.
Carolzinha era uma menina linda de se ver,
Daquelas que pra sua amiga você quer ter...
Ela vivia feliz e sorridente,
Sempre pensando no futuro e seguindo em frente,
Obstinada e sensata, Carolzinha era uma beata.
E num dia qualquer, ela conheceu um louco com uma lata.
Seu nome era Tôp, e adorava beber...
Tanto que Carolzinha não conseguia se conter,
Das besteiras que ele meio alterado falava,
Isso fazia Carolzinha dar risadas bravas...
E sem querer querendo,
Ou quem sabe até querendo...
Eles ficaram amigos rapidamente...
Carolzinha sempre mostrando o caminho à frente,
Mostrando o que é certo e errado,
E Tôp bem ali sempre bicado?
Falando besteiras matinais,
Que fazia dos ambientes mais legais...
Mas de repente eles meio que se separaram,
E Tôp e Carolzinha já não tanto se falam...
Mas eles continuavam a ser amigos de verdade,
Pois Tôp podia não aparentar saudade,
Mas com certeza ele adorava aquela amizade,
Afinal Carolzinha era sua personificação de Responsabilidade.
Bruno Tôp
domingo, 21 de setembro de 2008
Divagações de Tôp I - Paixão Platônica e Sentido Pra Vida
Tem dias que realmente não dá pra continuar,
Não tenho vontade de me levantar e acordar,
Não é por sono ou cansaço, é só falta de vontade de viver,
Percebi que não tenho nada que queria ter,
E tudo que eu um dia quis ser,
Até hoje, e acho que nunca, consegui realizar.
Mas dia desses me surpreendi, ao perceber que já sabia uma importante lição:
Aprendi a misturar no liquidificador: poemas, tédio, alcóol e paixão,
E assim consigo entreter meu mal-sucedido coração.
É tipo quando você pega para si uma cerveja,
Talvez nem com vontade de beber você esteja,
Mas só para não ficar entediado,
Você acaba, por sem querer, a ficar bicado...
Não tem nenhuma desculpa óbvia, ou simplificada...
A obviedade dos fatos é muito complicada.
Por isso continuo com minha vida sem sentido...
Penso que ei algum lugar eu o devo ter esquecido,
Afinal desde que me conheço por gente,
Que procuro esse tal de sentido de trá pra frente...
Até que eu o encontre de fato,
Acho que já vou ter deixado de ser sensato...
Mas fazer o que então?
Não consigo deixar de procurar...
Assim como não consigo simplesmente abandonar,
Uma platônica paixão que guardo no coração.
Pelo menos essa paixão é legal...
Já essa busca por um sentido na vida é um tanto quanto mal...
...
Agora parando para pensar,
Acho que descobri onde esse sentido encontrar...
Acho que ele deve estar mergulhado nessa paixão platônica...
Nossa minha situação é um tanto quanto cômica...
Sabe, isso é realmente frustrante...
Agora eu tenho que me tornar um amante,
Para pelo menos tentar ver se eu encontro ali escondida,
No amor ou na felicidade, esse tal sentido pra minha vida...
Bruno Tôp
Não tenho vontade de me levantar e acordar,
Não é por sono ou cansaço, é só falta de vontade de viver,
Percebi que não tenho nada que queria ter,
E tudo que eu um dia quis ser,
Até hoje, e acho que nunca, consegui realizar.
Mas dia desses me surpreendi, ao perceber que já sabia uma importante lição:
Aprendi a misturar no liquidificador: poemas, tédio, alcóol e paixão,
E assim consigo entreter meu mal-sucedido coração.
É tipo quando você pega para si uma cerveja,
Talvez nem com vontade de beber você esteja,
Mas só para não ficar entediado,
Você acaba, por sem querer, a ficar bicado...
Não tem nenhuma desculpa óbvia, ou simplificada...
A obviedade dos fatos é muito complicada.
Por isso continuo com minha vida sem sentido...
Penso que ei algum lugar eu o devo ter esquecido,
Afinal desde que me conheço por gente,
Que procuro esse tal de sentido de trá pra frente...
Até que eu o encontre de fato,
Acho que já vou ter deixado de ser sensato...
Mas fazer o que então?
Não consigo deixar de procurar...
Assim como não consigo simplesmente abandonar,
Uma platônica paixão que guardo no coração.
Pelo menos essa paixão é legal...
Já essa busca por um sentido na vida é um tanto quanto mal...
...
Agora parando para pensar,
Acho que descobri onde esse sentido encontrar...
Acho que ele deve estar mergulhado nessa paixão platônica...
Nossa minha situação é um tanto quanto cômica...
Sabe, isso é realmente frustrante...
Agora eu tenho que me tornar um amante,
Para pelo menos tentar ver se eu encontro ali escondida,
No amor ou na felicidade, esse tal sentido pra minha vida...
Bruno Tôp
sábado, 20 de setembro de 2008
Significado do Amor
Atualmente ando ao lado de uma vida tediosa e sem sentido,
Esperando o tal do amor dar um futuro à esse poeta exibido...
Porque será que todo dia acabo repetindo esse ditado?
Acho que é porque ainda não estou totalmente conformado,
Com o fato de que a vida continua mesmo que ao meu lado,
Não estejam as pessoas que mais tem me cativado.
Do jeito que eu falo até parece que sou um homem vivido,
Daqueles que sempre vivenciou uma vida com pleno sentido,
Na verdade, agora que paro pra pensar no meu passado,
Não me lembro de uma vida que me deixasse realizado.
É eu sei... Há muito percebi que sou bastante complexado,
Com besteiras que para a sociedade não tem qualquer significado.
Acho que existe poucas coisas que sei com uma certeza absoluta,
Não lembro onde aprendi, são aquelas lições que uma vez você escuta,
E que nunca mais você esquece, passa a usar como doutrina,
Uma doutrina de vida, Uma doutrina que você considera divina.
Essa certeza é sobre o inexplicável e fascinante amor.
Uma certeza sobre esse sentimento capaz da maior felicidade, ou dor.
É bem simples na verdade, é só que o amor não é o amor...
Simplesmente a sociedade passou ao amor, um significado sem cor.
O amor difilcimente é atingido, porque ele é eterno.
Não é um sentimento que é esquecido após alguns tristes invernos.
O que amor que popurlamente é conhecido se chama paixão.
E a tal paixão que conhecemos é só uma estravagante admiração,
Que ocorre na explosão dos sentimentos de uma relação.
Acho que por isso que não gosto de dizer "eu te amo".
É o mesmo que dizer que um pequeno e simplório ramo,
Na verdade é uma poderoso e indestrutível carvalho.
Não estou dizendo para desistirmos do amor,
Só tenho certeza que não existe nenhum atalho,
Para esse sentimento vem ao mesmo tempo expôr,
Todas as nossas fraquezas e qualidades,
O único sentimento que nos faz conhecer nossa real personalidade.
Eu lembro que dividi o sinuso caminho do amor em cinco níveis,
Todos são simples e complexos, tornando-os imprescindíveis.
Não lembro como os nomes eu estabeleci ao certo,
Só lembro que eles estão um do outro tão perto,
Que só quando chegar no quarto nível, a verdadeira paixão,
Vai perceber espantado, que os níveis anteriores, como a adimiração,
Se juntaram para se tornar essa inexplicável paixão.
E só quando você conseguir juntar os dois: a paixão e admiração,
Então vai perceber que o amor, é dos outros níveis, uma grande fusão.
Acho que por isso que dizemos que estamos apaixanonados,
Porque simplesmente estamos no caminho certo para sermos amados,
E acho que talvez, só talvez eu tenha reencrotado esse caminho,
Mesmo tendo tantos obstacúlos, como pedras e espinhos,
Sei que no final vai haver uma altar com a mais bela flor,
A flor que irá coroar meu eterno e indestrutível amor.
Bruno Tôp
Esperando o tal do amor dar um futuro à esse poeta exibido...
Porque será que todo dia acabo repetindo esse ditado?
Acho que é porque ainda não estou totalmente conformado,
Com o fato de que a vida continua mesmo que ao meu lado,
Não estejam as pessoas que mais tem me cativado.
Do jeito que eu falo até parece que sou um homem vivido,
Daqueles que sempre vivenciou uma vida com pleno sentido,
Na verdade, agora que paro pra pensar no meu passado,
Não me lembro de uma vida que me deixasse realizado.
É eu sei... Há muito percebi que sou bastante complexado,
Com besteiras que para a sociedade não tem qualquer significado.
Acho que existe poucas coisas que sei com uma certeza absoluta,
Não lembro onde aprendi, são aquelas lições que uma vez você escuta,
E que nunca mais você esquece, passa a usar como doutrina,
Uma doutrina de vida, Uma doutrina que você considera divina.
Essa certeza é sobre o inexplicável e fascinante amor.
Uma certeza sobre esse sentimento capaz da maior felicidade, ou dor.
É bem simples na verdade, é só que o amor não é o amor...
Simplesmente a sociedade passou ao amor, um significado sem cor.
O amor difilcimente é atingido, porque ele é eterno.
Não é um sentimento que é esquecido após alguns tristes invernos.
O que amor que popurlamente é conhecido se chama paixão.
E a tal paixão que conhecemos é só uma estravagante admiração,
Que ocorre na explosão dos sentimentos de uma relação.
Acho que por isso que não gosto de dizer "eu te amo".
É o mesmo que dizer que um pequeno e simplório ramo,
Na verdade é uma poderoso e indestrutível carvalho.
Não estou dizendo para desistirmos do amor,
Só tenho certeza que não existe nenhum atalho,
Para esse sentimento vem ao mesmo tempo expôr,
Todas as nossas fraquezas e qualidades,
O único sentimento que nos faz conhecer nossa real personalidade.
Eu lembro que dividi o sinuso caminho do amor em cinco níveis,
Todos são simples e complexos, tornando-os imprescindíveis.
Não lembro como os nomes eu estabeleci ao certo,
Só lembro que eles estão um do outro tão perto,
Que só quando chegar no quarto nível, a verdadeira paixão,
Vai perceber espantado, que os níveis anteriores, como a adimiração,
Se juntaram para se tornar essa inexplicável paixão.
E só quando você conseguir juntar os dois: a paixão e admiração,
Então vai perceber que o amor, é dos outros níveis, uma grande fusão.
Acho que por isso que dizemos que estamos apaixanonados,
Porque simplesmente estamos no caminho certo para sermos amados,
E acho que talvez, só talvez eu tenha reencrotado esse caminho,
Mesmo tendo tantos obstacúlos, como pedras e espinhos,
Sei que no final vai haver uma altar com a mais bela flor,
A flor que irá coroar meu eterno e indestrutível amor.
Bruno Tôp
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Sobre Virtudes
Mais uma vez lá ia solitário o rato,
Fugindo para não acabar em algum prato,
Fugiu tanto que acabou chegando no topo de uma montanha,
O medo pela altura fez gelar todas suas entranhas,
Não estava acostumado com tais altitudes,
De fato, começava a questionar suas virtudes,
Afinal estava sempre fugindo desesperado,
Jamais fora por alguém respeitado,
Não entendia o porquê de existir,
Uma criatura que estava fadada a nunca sorrir...
E como de costume levou um grande susto,
Ao ver que bem acima de si, havia um imenso busto.
O busto de uma águia imponente,
Que observava o horizonte com algo em mente,
Parecia incorfomada assim como o rato,
Talvez por acreditar que não tinha um talento nato.
'O que te aflinges grande autarquia?'
O pequinino se pronunciou enquanto pelas garras da águia subia.
Não soube o que levou a se manifestar,
Mas sabia que se tivesse ficado muito tempo parado,
Com o tempo, talvez fosse notado,
E poderia acabar como jantar.
'Oh não tinha te percebido pequenino...
Não é nada, só que não entendo porque existo,
Sou só um pássaro que não tem um bom destino,
Nem sei porque estou pensando nisto,
Só sei que percebi o qual inútil,
Uma águia pode ser quando não é fútil...'
'Sinceramente não te entendo caro amigo...
Você é uma águia, o rei dos céus, rei das montanhas,
Se eu tivesse seu imenso porte sempre comigo,
Aposto que todos meus inimigos temeriam-me de forma tamanha,
Que nunca mais teria de me esconder de ninguém,
Sinceramente não sei porque você quer ser outro alguém'
'O que posso fazer amigo roedor?
Não sou tão rápido quanto um beija-flor,
Não sou tão elegante quanto um pavão,
Sou apenas uma ampliação do gavião...
Não me comparo com o grande condor,
Às vezes eu penso que sou só um perdedor...
'Você, um pequeno rato, esbanja sabedoria,
E é bem quisto pela grande maioria,
Já eu sou temido por uma minoria,
Que não percebe que sou só uma imitação fraca de uma harpia'
E então o rato percebeu de um estanho jeito,
Que mesmo aquele grande pássaro tão perfeito,
Tinha o mesmo problemático defeito,
Que ele, um roedor tão mal-feito.
'Acabei de enteder nossos problemas,
Na verdade não passa de um bobo dilema...
Todos estamos fadados a invejar,
Todos os que estamos fadados a admirar,
Sem perceber que sempre somos admirados,
Por todos aqueles que se mantém do nosso lado.
Estamos fadados porque não percebemos nossas virtudes,
Escondidas em nossas mais singelas atitudes,
Temos a mania de só olhar as costas alheias sempre cheias de luz,
Sem perceber que em cada um de nós também nas costas também produz,
Essa bela luz, e ela é a reunião de nossas qualidades,
Que não podemos estar bem localizado,
No centro de nossas costas, onde não temos visibilidade,
Que foi colocada lá como num perfeito plano divino,
O plano que controla todo nosso destino.'
Bruno Tôp
Fugindo para não acabar em algum prato,
Fugiu tanto que acabou chegando no topo de uma montanha,
O medo pela altura fez gelar todas suas entranhas,
Não estava acostumado com tais altitudes,
De fato, começava a questionar suas virtudes,
Afinal estava sempre fugindo desesperado,
Jamais fora por alguém respeitado,
Não entendia o porquê de existir,
Uma criatura que estava fadada a nunca sorrir...
E como de costume levou um grande susto,
Ao ver que bem acima de si, havia um imenso busto.
O busto de uma águia imponente,
Que observava o horizonte com algo em mente,
Parecia incorfomada assim como o rato,
Talvez por acreditar que não tinha um talento nato.
'O que te aflinges grande autarquia?'
O pequinino se pronunciou enquanto pelas garras da águia subia.
Não soube o que levou a se manifestar,
Mas sabia que se tivesse ficado muito tempo parado,
Com o tempo, talvez fosse notado,
E poderia acabar como jantar.
'Oh não tinha te percebido pequenino...
Não é nada, só que não entendo porque existo,
Sou só um pássaro que não tem um bom destino,
Nem sei porque estou pensando nisto,
Só sei que percebi o qual inútil,
Uma águia pode ser quando não é fútil...'
'Sinceramente não te entendo caro amigo...
Você é uma águia, o rei dos céus, rei das montanhas,
Se eu tivesse seu imenso porte sempre comigo,
Aposto que todos meus inimigos temeriam-me de forma tamanha,
Que nunca mais teria de me esconder de ninguém,
Sinceramente não sei porque você quer ser outro alguém'
'O que posso fazer amigo roedor?
Não sou tão rápido quanto um beija-flor,
Não sou tão elegante quanto um pavão,
Sou apenas uma ampliação do gavião...
Não me comparo com o grande condor,
Às vezes eu penso que sou só um perdedor...
'Você, um pequeno rato, esbanja sabedoria,
E é bem quisto pela grande maioria,
Já eu sou temido por uma minoria,
Que não percebe que sou só uma imitação fraca de uma harpia'
E então o rato percebeu de um estanho jeito,
Que mesmo aquele grande pássaro tão perfeito,
Tinha o mesmo problemático defeito,
Que ele, um roedor tão mal-feito.
'Acabei de enteder nossos problemas,
Na verdade não passa de um bobo dilema...
Todos estamos fadados a invejar,
Todos os que estamos fadados a admirar,
Sem perceber que sempre somos admirados,
Por todos aqueles que se mantém do nosso lado.
Estamos fadados porque não percebemos nossas virtudes,
Escondidas em nossas mais singelas atitudes,
Temos a mania de só olhar as costas alheias sempre cheias de luz,
Sem perceber que em cada um de nós também nas costas também produz,
Essa bela luz, e ela é a reunião de nossas qualidades,
Que não podemos estar bem localizado,
No centro de nossas costas, onde não temos visibilidade,
Que foi colocada lá como num perfeito plano divino,
O plano que controla todo nosso destino.'
Bruno Tôp
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Estações
Como prenunciado, todo ano vem a acontecer...
A primavera volta a aparecer,
As ervas selvagens começam a florescer
Com a vinda de fonte que pelas corredeiras vem a descer,
E ela parece adorar ver como o beija-flor,
Coleta seu néctar com um simplório amor.
Ela tranqüilamente assiste o a chegada do verão,
Sentindo o calor secar a plantação,
Celebra feliz a abundância,
E Toma sorverte como se ainda fosse sua infância...
Gosto de vê-la tão sorridente,
Às vezes até me esqueço desse clima quente.
De lua que sobe em outono, a noite se enche de vaga-lumes,
E ela mais uma vez me enebria com seu forte perfume,
Conta os dias observando as folhas secas cair,
Esperando o vento seco fazer as nuvens se encherem
Para que mais uma vez possa seu guarda-chuva abrir,
E ver os pingos, pelos vidros de janelas, lentamente escorrerem.
E finalmente chega o seu sonhado inverno,
Só para ter nos meu abraços um calor eterno...
É, ela também adora tomar um chocolate quente,
Ou comer founde de uma forma diferente...
Misturando chocolate com queijo,
Misturando mordida com beijo.
Realmente não decido qual é minha preferida,
Afinal estando com ela qualquer estação é bem-vinda,
Qualquer uma das quatros alegra minha vida,
Qualquer paisagem deixa ela linda...
Não, não da pra decidir uma só estação,
Porque durante todo ano ela faz feliz meu coração.
Bruno Tôp
A primavera volta a aparecer,
As ervas selvagens começam a florescer
Com a vinda de fonte que pelas corredeiras vem a descer,
E ela parece adorar ver como o beija-flor,
Coleta seu néctar com um simplório amor.
Ela tranqüilamente assiste o a chegada do verão,
Sentindo o calor secar a plantação,
Celebra feliz a abundância,
E Toma sorverte como se ainda fosse sua infância...
Gosto de vê-la tão sorridente,
Às vezes até me esqueço desse clima quente.
De lua que sobe em outono, a noite se enche de vaga-lumes,
E ela mais uma vez me enebria com seu forte perfume,
Conta os dias observando as folhas secas cair,
Esperando o vento seco fazer as nuvens se encherem
Para que mais uma vez possa seu guarda-chuva abrir,
E ver os pingos, pelos vidros de janelas, lentamente escorrerem.
E finalmente chega o seu sonhado inverno,
Só para ter nos meu abraços um calor eterno...
É, ela também adora tomar um chocolate quente,
Ou comer founde de uma forma diferente...
Misturando chocolate com queijo,
Misturando mordida com beijo.
Realmente não decido qual é minha preferida,
Afinal estando com ela qualquer estação é bem-vinda,
Qualquer uma das quatros alegra minha vida,
Qualquer paisagem deixa ela linda...
Não, não da pra decidir uma só estação,
Porque durante todo ano ela faz feliz meu coração.
Bruno Tôp
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Noite Sem Lembranças
Quando olhei para o céu nublado,
Percebi que não adianta apenas estar apaixonado,
Na verdade percebi que me sinto culpado...
Minhas mentiras e sentimentos,
Hoje se juntam em um só ferimento,
Só não lembro em qual inoportuno momento,
Eles se juntaram de tal jeito,
Que parecem um espinho cravado em meu peito.
Quando estou sozinho sinto o amanha tão distante,
Sinto que ainda tenho que refletir bastante...
Dentro da escuridão do amanhecer,
E se eu tentar jogar corretamente,
Sem dúvidas, uma falha vai aconter,
E esta noite não será boa entre nós novamente.
Lembranças são sempre lindas,
Mas apenas disso não se pode viver.
Afinal nem sempre elas são bem-vindas,
Hoje, é uma experiencia que não queria ter...
Deveria ser realmente uma noite de tristeza,
Você deve estar se perguntando 'por quê'?
Na verdade, não consigo lembrar de seu rosto sorrindo.
Isso não tem nada de lindo,
Eu realmente não queria que você visse minha falta de nobreza.
Em uma noite que parece que pode ser segurada por nada,
Não existe momento que eu não penso em você,
Não existe um dia que eu não penso a respeito,
Poderia meu coração te alcançar?
Ou será só mais uma das loucas ideias do meu peito.
Realmente não dá pra argumentar com minha alma apaixonada.
Agora eu já não sei se me interessa,
Que tempo venha e vá depressa,
Só sinto que preciso ver você,
Ainda não sei responder ao seu 'por quê'?
Sei simplesmente que precisamos um do outro.
E se nós não conseguimos mais ri um para o outro,
Então o que nos resta é apenas chorar,
Pois mesmo que a relação venha a durar,
De nada vai adiantar, pois em breve,
O vento vai cardiosamente carregar,
Com sua doce brisa leve.
Bruno Tôp
Percebi que não adianta apenas estar apaixonado,
Na verdade percebi que me sinto culpado...
Minhas mentiras e sentimentos,
Hoje se juntam em um só ferimento,
Só não lembro em qual inoportuno momento,
Eles se juntaram de tal jeito,
Que parecem um espinho cravado em meu peito.
Quando estou sozinho sinto o amanha tão distante,
Sinto que ainda tenho que refletir bastante...
Dentro da escuridão do amanhecer,
E se eu tentar jogar corretamente,
Sem dúvidas, uma falha vai aconter,
E esta noite não será boa entre nós novamente.
Lembranças são sempre lindas,
Mas apenas disso não se pode viver.
Afinal nem sempre elas são bem-vindas,
Hoje, é uma experiencia que não queria ter...
Deveria ser realmente uma noite de tristeza,
Você deve estar se perguntando 'por quê'?
Na verdade, não consigo lembrar de seu rosto sorrindo.
Isso não tem nada de lindo,
Eu realmente não queria que você visse minha falta de nobreza.
Em uma noite que parece que pode ser segurada por nada,
Não existe momento que eu não penso em você,
Não existe um dia que eu não penso a respeito,
Poderia meu coração te alcançar?
Ou será só mais uma das loucas ideias do meu peito.
Realmente não dá pra argumentar com minha alma apaixonada.
Agora eu já não sei se me interessa,
Que tempo venha e vá depressa,
Só sinto que preciso ver você,
Ainda não sei responder ao seu 'por quê'?
Sei simplesmente que precisamos um do outro.
E se nós não conseguimos mais ri um para o outro,
Então o que nos resta é apenas chorar,
Pois mesmo que a relação venha a durar,
De nada vai adiantar, pois em breve,
O vento vai cardiosamente carregar,
Com sua doce brisa leve.
Bruno Tôp
sábado, 6 de setembro de 2008
Perfeita Combinação
Quando me deram liberdade,
Tudo que eu fiz foi fugir atrás de estabilidade.
Quando eu me virei para trás não havia nada para ser visto.
Você fechou as suas portas antes que eu pudesse abrir as minhas.
Isso nunca foi pelo meu coração previsto,
E assim eu perdi todas as esperanças que tinha.
Amei você tão brevemente,
Mas gravei esse sentimento em meu peito,
Abraçando um ferimento em forma de tatuagem.
De um jeito que me fez tão imperfeito,
Mas mesmo assim faria qualquer viagem,
Só para te ver novamente.
Um futuro incerto é assustador e você me encarou,
E sem dizer nada você suavemente pegou minha mão,
Como se fosse uma perfeita combinação,
Minha tristeza foi eliminada e meu prazer dobrado,
Minha vida deu a volta por cima instantaneamente,
E você jurou que correria para o meu lado,
Só para eu poder sorrir novamente.
E como forma de retribuir,
Um pequeno buquê de flores erguir,
E assim juntos ficamos a sorrir,
Pois sabiamos que mesmo que brevemente,
Nosso amor duraria eternamente.
Bruno Tôp
Tudo que eu fiz foi fugir atrás de estabilidade.
Quando eu me virei para trás não havia nada para ser visto.
Você fechou as suas portas antes que eu pudesse abrir as minhas.
Isso nunca foi pelo meu coração previsto,
E assim eu perdi todas as esperanças que tinha.
Amei você tão brevemente,
Mas gravei esse sentimento em meu peito,
Abraçando um ferimento em forma de tatuagem.
De um jeito que me fez tão imperfeito,
Mas mesmo assim faria qualquer viagem,
Só para te ver novamente.
Um futuro incerto é assustador e você me encarou,
E sem dizer nada você suavemente pegou minha mão,
Como se fosse uma perfeita combinação,
Minha tristeza foi eliminada e meu prazer dobrado,
Minha vida deu a volta por cima instantaneamente,
E você jurou que correria para o meu lado,
Só para eu poder sorrir novamente.
E como forma de retribuir,
Um pequeno buquê de flores erguir,
E assim juntos ficamos a sorrir,
Pois sabiamos que mesmo que brevemente,
Nosso amor duraria eternamente.
Bruno Tôp
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Brisa de Momento
É ela é uma brisa de momento,
Daquelas que sobrepõe qualquer vento,
Com sua presença harmoniosa,
Um tanto quanto esplendorosa.
E mesmo que esteja distante,
Você sente seu fluxo constante.
Às vezes segue contra a corrente,
Só para ser a única diferente,
Mas normalmente é tão silenciosa,
Que aparenta ser uma brisa cardiosa.
Desperta aquela sensação única,
E pode ser só mais uma comparação cínica,
Mas é como o vento batendo contra o rosto,
Desperta um ótimo gosto.
Isso é o que a presença de Fernanda desperta,
Te deixa com coração e mente aberta,
Não sei porque, mas minha amizade ela conquistou,
Acho que quando tímida se mostrou.
Realmente não sei ao certo,
Só sei que gosto de tê-la por perto.
E mesmo que ela seja uma brisa de momento,
Espero que o tempo que passe com ela seja lento,
Para que me sinta mais relaxado,
Afinal ela é meu vento meio lesado.
Bruno Tôp
Daquelas que sobrepõe qualquer vento,
Com sua presença harmoniosa,
Um tanto quanto esplendorosa.
E mesmo que esteja distante,
Você sente seu fluxo constante.
Às vezes segue contra a corrente,
Só para ser a única diferente,
Mas normalmente é tão silenciosa,
Que aparenta ser uma brisa cardiosa.
Desperta aquela sensação única,
E pode ser só mais uma comparação cínica,
Mas é como o vento batendo contra o rosto,
Desperta um ótimo gosto.
Isso é o que a presença de Fernanda desperta,
Te deixa com coração e mente aberta,
Não sei porque, mas minha amizade ela conquistou,
Acho que quando tímida se mostrou.
Realmente não sei ao certo,
Só sei que gosto de tê-la por perto.
E mesmo que ela seja uma brisa de momento,
Espero que o tempo que passe com ela seja lento,
Para que me sinta mais relaxado,
Afinal ela é meu vento meio lesado.
Bruno Tôp
sábado, 30 de agosto de 2008
Marca-texto de Mão
Pego logo ali da tão conhecida estante,
Um mundo maravilhoso tão compacto,
Que ainda me causa certo impacto,
Perceber como ele é revelante,
Pois sempre funde meus, divergente:
Coração e mente.
Olho ao redor, a procura marca-texto de mão,
E a percebo ali no meu campo de visão.
Pesco então uma bela flor do vaso,
Enebrio-me com seu suave gosto,
E assim um sorriso surge no meu rosto,
Pois apesar dos costumeiros descasos,
Ainda consigo ser um homem bravo,
Por continuar do amor escravo.
Despenco na velha rede,
E admiro o reflexo na parede,
Desse infinito céu azul celeste,
Que tão bem a tarde veste.
É Naqueles momentos em que resolvo descansar,
Deitado numa rede, deixo palavras me levar,
Para qualquer outro lugar.
Que seja agraciado por uma belo romance,
Um lugar que só um bobo alcance.
E quando eu pauso a minha leitura,
E visualizo na minha mão direita,
Essa flor que não tardará a ser desfeita.
Tento colocar nos meus olhos uma figura:
O seu belo seblante,
Que apesar de tão distante,
No meu coração, tem presença constante.
Afinal, essa distância,
Até que tem sua elegância,
Pois ela gera uma ambigüidade,
A angustiante e romântica saudade.
Bruno Tôp
Um mundo maravilhoso tão compacto,
Que ainda me causa certo impacto,
Perceber como ele é revelante,
Pois sempre funde meus, divergente:
Coração e mente.
Olho ao redor, a procura marca-texto de mão,
E a percebo ali no meu campo de visão.
Pesco então uma bela flor do vaso,
Enebrio-me com seu suave gosto,
E assim um sorriso surge no meu rosto,
Pois apesar dos costumeiros descasos,
Ainda consigo ser um homem bravo,
Por continuar do amor escravo.
Despenco na velha rede,
E admiro o reflexo na parede,
Desse infinito céu azul celeste,
Que tão bem a tarde veste.
É Naqueles momentos em que resolvo descansar,
Deitado numa rede, deixo palavras me levar,
Para qualquer outro lugar.
Que seja agraciado por uma belo romance,
Um lugar que só um bobo alcance.
E quando eu pauso a minha leitura,
E visualizo na minha mão direita,
Essa flor que não tardará a ser desfeita.
Tento colocar nos meus olhos uma figura:
O seu belo seblante,
Que apesar de tão distante,
No meu coração, tem presença constante.
Afinal, essa distância,
Até que tem sua elegância,
Pois ela gera uma ambigüidade,
A angustiante e romântica saudade.
Bruno Tôp
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Ódio Inverso
Sabe aquelas relações dificéis de definir?
Que dá vontade de você do coração banir,
E ao mesmo tempo de eternamente insistir?
Acho que acabei, mesmo que sem total noção,
Colocando tal telação em meu coração...
Não sei onde ela começa e tem fim...
Só sei que é mais ou menos assim:
Ódio absurdamente Mortal,
Amor mil vez mais que Eterno,
E uma Amizade que ultrapassa a Infinidade.
Isso tudo vai sobreviver ao inverno,
Porque sempre me ajuda a superar qualquer mal...
Tornando-se assim maior que qualquer fraternidade.
Pode até parecer bastante clichê,
Mas isso é só para quem o dia-a-dia não vê,
Por que se algum dia vier a ver,
Facilmente vai perceber,
Que não é um ódio qualquer,
É um ódio inverso, independente de como eu estiver.
Parece estranho que um ódio seja tão importante,
Mas não tem como esse ser repugnante,
Deixar de ser um alicerce da miha vida,
Hoje em dia, Não consigo deixar farpas despercebidas,
Eu as alimento, pois apesar de me irritar,
Sei que estarão ali para me cofortar,
Mesmo que eu não vá precisar.
É um amigo que com orgulho considero um irmão,
Afinal onde você encontra tal relação,
De ódio e amor juntos de forma tão normal,
Além de numa relação fraternal?
Luan deve ter algo bem pessoal,
Que o torne tão especial,
Porque garanto que é complicado,
Ter que aturar ele do meu lado.
E foi assim que ganhei um cabuloso castigo,
O de ter um ódio inverso como amigo,
Um ódio que conto para me irritar,
Às vezes, só as vezes me alegrar,
Ou só para das situações ruim me tirar.
Não tem como, esse ódio já faz parte do ramo,
Que floresce no meu coração bem devagar,
E por isso digo, ei ódio, te amo.
Bruno Tôp
Que dá vontade de você do coração banir,
E ao mesmo tempo de eternamente insistir?
Acho que acabei, mesmo que sem total noção,
Colocando tal telação em meu coração...
Não sei onde ela começa e tem fim...
Só sei que é mais ou menos assim:
Ódio absurdamente Mortal,
Amor mil vez mais que Eterno,
E uma Amizade que ultrapassa a Infinidade.
Isso tudo vai sobreviver ao inverno,
Porque sempre me ajuda a superar qualquer mal...
Tornando-se assim maior que qualquer fraternidade.
Pode até parecer bastante clichê,
Mas isso é só para quem o dia-a-dia não vê,
Por que se algum dia vier a ver,
Facilmente vai perceber,
Que não é um ódio qualquer,
É um ódio inverso, independente de como eu estiver.
Parece estranho que um ódio seja tão importante,
Mas não tem como esse ser repugnante,
Deixar de ser um alicerce da miha vida,
Hoje em dia, Não consigo deixar farpas despercebidas,
Eu as alimento, pois apesar de me irritar,
Sei que estarão ali para me cofortar,
Mesmo que eu não vá precisar.
É um amigo que com orgulho considero um irmão,
Afinal onde você encontra tal relação,
De ódio e amor juntos de forma tão normal,
Além de numa relação fraternal?
Luan deve ter algo bem pessoal,
Que o torne tão especial,
Porque garanto que é complicado,
Ter que aturar ele do meu lado.
E foi assim que ganhei um cabuloso castigo,
O de ter um ódio inverso como amigo,
Um ódio que conto para me irritar,
Às vezes, só as vezes me alegrar,
Ou só para das situações ruim me tirar.
Não tem como, esse ódio já faz parte do ramo,
Que floresce no meu coração bem devagar,
E por isso digo, ei ódio, te amo.
Bruno Tôp
terça-feira, 26 de agosto de 2008
O Cão e o Gato
Continuo assim.
Vivendo a espera de um estopim,
Eu aproveito o momento...
E esponho todos meu sentimentos...
Eu admiro é o carinho...
Pois é o único caminho,
De deixar me deixar feliz,
Sem ter que explorar o mundo com meu nariz.
O que mais prezo é a fidelidade,
Não existe nada mais eterno que a amizade.
Sempre abrirei mão,
De qualquer razão por uma emoção.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou encontrar um novo amigo?
Ou vou apenas me esconder no armário,
Temeroso que ninguém mais queira estar comigo...
Não... Vou continuar seguindo em frente,
Pois novamente, a emoção tornará meu caminho surpreendente.
Continuo assim,
Vivendo a espera de um glorioso fim,
Aproveito cada mudança do vento,
Para tornar reais meus pensamentos...
Eu admiro é o respeito,
Pois jamais é desfeito,
Por qualquer discussão ou briga,
É imponente como uma metálica liga...
O que mais prezo é inteligência,
Não existe nada que torne melhor a convivência.
Sempre abrirei mão,
De qualquer emoção por uma razão.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou querer outro companheiro?
Que ao me abandonar se mostrou ordinário...
Não... Acho que para eles só o que importa é o dinheiro...
Vou continuar a seguir sozinho,
Por esse racional caminho.
Bruno Tôp
Vivendo a espera de um estopim,
Eu aproveito o momento...
E esponho todos meu sentimentos...
Eu admiro é o carinho...
Pois é o único caminho,
De deixar me deixar feliz,
Sem ter que explorar o mundo com meu nariz.
O que mais prezo é a fidelidade,
Não existe nada mais eterno que a amizade.
Sempre abrirei mão,
De qualquer razão por uma emoção.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou encontrar um novo amigo?
Ou vou apenas me esconder no armário,
Temeroso que ninguém mais queira estar comigo...
Não... Vou continuar seguindo em frente,
Pois novamente, a emoção tornará meu caminho surpreendente.
Continuo assim,
Vivendo a espera de um glorioso fim,
Aproveito cada mudança do vento,
Para tornar reais meus pensamentos...
Eu admiro é o respeito,
Pois jamais é desfeito,
Por qualquer discussão ou briga,
É imponente como uma metálica liga...
O que mais prezo é inteligência,
Não existe nada que torne melhor a convivência.
Sempre abrirei mão,
De qualquer emoção por uma razão.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou querer outro companheiro?
Que ao me abandonar se mostrou ordinário...
Não... Acho que para eles só o que importa é o dinheiro...
Vou continuar a seguir sozinho,
Por esse racional caminho.
Bruno Tôp
domingo, 24 de agosto de 2008
Jardim da Utopia
Eu encontrei, quando já não sabia se desistia,
Achei finalmente a minha verdadeira utopia,
Não aquela que nunca vai ser acalçada,
Encontrei a minha utopia para ser abraçada.
Uma utopia que quando fala me faz sorrir,
De um jeito que só ela me faz sentir
Esse acelerar estranho no meu coração,
Um misto de nervosismo e felicidade,
Que já não acontecia há tanto, que já estava com saudade,
Dessa deliciosa emoção, dessa estranha sensação.
Só não sei se ela é como meus sonhos passados,
Aqueles que apesar de tudo jamais foram totalmente realizados...
Sinceramente não sei o que sinto de verdade,
Só consigo saber que realmente estava com saudade,
Dessa sensação que faz meu coração palpitar com intensidade.
Isso me lembra a harmonia de todas aquelas cores,
Que vi na junção entre aquele verde e belas flores,
Acho que essa sensação que sinto quando vejo minha utopia
É a mesma que sentia quando eu ali no jardim via,
Que todos os sonhos poderiam se tornar realidade,
Todos os meus sonhos são de verdade.
Por isso vou cultivar direitinho minha utopia,
Para que quem sabe num ensolarado dia,
Ela floresça e se torne tão estonteante,
Quanto a beleza e a harmonia contagiante,
Daquele belo jardim onde me escondia,
Para sonhar em encontra minha utopia.
Pois sei, que assim com aquele belo jardim,
Se minha utopia se tornar minha amante,
Ela jamais desaparecerá, pois o amor não tem fim.
Bruno Tôp
Achei finalmente a minha verdadeira utopia,
Não aquela que nunca vai ser acalçada,
Encontrei a minha utopia para ser abraçada.
Uma utopia que quando fala me faz sorrir,
De um jeito que só ela me faz sentir
Esse acelerar estranho no meu coração,
Um misto de nervosismo e felicidade,
Que já não acontecia há tanto, que já estava com saudade,
Dessa deliciosa emoção, dessa estranha sensação.
Só não sei se ela é como meus sonhos passados,
Aqueles que apesar de tudo jamais foram totalmente realizados...
Sinceramente não sei o que sinto de verdade,
Só consigo saber que realmente estava com saudade,
Dessa sensação que faz meu coração palpitar com intensidade.
Isso me lembra a harmonia de todas aquelas cores,
Que vi na junção entre aquele verde e belas flores,
Acho que essa sensação que sinto quando vejo minha utopia
É a mesma que sentia quando eu ali no jardim via,
Que todos os sonhos poderiam se tornar realidade,
Todos os meus sonhos são de verdade.
Por isso vou cultivar direitinho minha utopia,
Para que quem sabe num ensolarado dia,
Ela floresça e se torne tão estonteante,
Quanto a beleza e a harmonia contagiante,
Daquele belo jardim onde me escondia,
Para sonhar em encontra minha utopia.
Pois sei, que assim com aquele belo jardim,
Se minha utopia se tornar minha amante,
Ela jamais desaparecerá, pois o amor não tem fim.
Bruno Tôp
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Sobre Arrependimentos
Pra quer se arrepender?
Não é bem melhor continuar a viver?
Continuar a com os erros aprender,
E com orgulhos defeitos ter,
Pois seria uma burrice, tornar-se um perfeito ser.
É complicado lidar com arrependimento,
Eu sei porque todos já vivemos esse momento,
Acho que é o pior dos sentimentos,
Porque não são os outros que te machucam
Mas sim sua consciência e seu ego que lutam
Para tentar manter suas escolhas sempre corretas
Deixando-o seguir, sem problemas, suas metas.
Foi assim que decidi viver,
Sem jamais ter do que me arrepender.
É um caminho difícil de se seguir,
Mas no futuro que a de vir,
Não vou me importar de olhar para o passado,
E ver que sempre fiz por onde não me sentir culpado.
Na verdade, o arrependimento existe para nosso bem,
Mas ele simplesmente não me convém.
Aprender com os erros é excelente,
Porém não vejo motivos para manter uma culpa latente
Por um passado que não posso mudar,
Só posso no máximo me desculpar
E tentar não repetir o mesmo errar.
Jovens deveriam sempre se arrepender
Para que quando velhor se tornassem
Para a próxima geração eles passassem
Lições que todos deveriam aprender ao nascer,
Que errar é perfeitamente compreensível,
Ser perfeito é que humanamente é impossível.
Por isso sou estritamente assim,
Não me arrependerei de nada até o fim.
E assim eu continu sendo intragável,
Um bobo pierrot, apaixonado e vulnerável,
Boêmio, viciado nessa vida dispensável,
E temeroso pelo fim desse mundo miserável.
Bruno Tôp
Não é bem melhor continuar a viver?
Continuar a com os erros aprender,
E com orgulhos defeitos ter,
Pois seria uma burrice, tornar-se um perfeito ser.
É complicado lidar com arrependimento,
Eu sei porque todos já vivemos esse momento,
Acho que é o pior dos sentimentos,
Porque não são os outros que te machucam
Mas sim sua consciência e seu ego que lutam
Para tentar manter suas escolhas sempre corretas
Deixando-o seguir, sem problemas, suas metas.
Foi assim que decidi viver,
Sem jamais ter do que me arrepender.
É um caminho difícil de se seguir,
Mas no futuro que a de vir,
Não vou me importar de olhar para o passado,
E ver que sempre fiz por onde não me sentir culpado.
Na verdade, o arrependimento existe para nosso bem,
Mas ele simplesmente não me convém.
Aprender com os erros é excelente,
Porém não vejo motivos para manter uma culpa latente
Por um passado que não posso mudar,
Só posso no máximo me desculpar
E tentar não repetir o mesmo errar.
Jovens deveriam sempre se arrepender
Para que quando velhor se tornassem
Para a próxima geração eles passassem
Lições que todos deveriam aprender ao nascer,
Que errar é perfeitamente compreensível,
Ser perfeito é que humanamente é impossível.
Por isso sou estritamente assim,
Não me arrependerei de nada até o fim.
E assim eu continu sendo intragável,
Um bobo pierrot, apaixonado e vulnerável,
Boêmio, viciado nessa vida dispensável,
E temeroso pelo fim desse mundo miserável.
Bruno Tôp
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Farol Nostálgico
Ninguém sabe como é se sentir a deriva,
Ter que remar para que sua esperança viva,
Ninguém imagina como é ficar sozinho...
Em um barco que segue por um incerto caminho,
Sem saber qual direção tomar,
Tendo que deixar as ondas o levar,
Para qualquer lugar desse imenso mar...
Não, Ninguém sabe como é se sentir vazio...
Sentir o peito tomado por um tenebroso frio.
Estar rodeados por sombras do passado,
E não poder contar com seus amigos do seu lado...
Não ninguém sabe como é ser rodeado pelo escuro,
Um escuro que não aparenta nenhum futuro.
Ninguém nunca imaginou como é ver o pôr-do-sol,
E não admirá-lo por estar por medo,
Que mais tarde ou mais cedo...
Iria alemjar loucamente aquele nostálgico farol...
O farol, luz-guia de todas às vezes em que se perdia,
E que sempre com sua calorosa luz o acolhia...
Pois era por ele que seu coração sorria.
Porque o coração no fundo sabia,
Quem é que sempre a luz do farol acendia.
Era a mais linda e doce guia que existia...
Mas então a luz, de repente, se apagou...
E a escuridão rapidamente o coração tomou...
É ninguém sabe como é navegar,
Sem ter um bom lugar para chamar de lar,
Mas isso não vai para sempre perdurar,
Daqui a pouco ela aparacerá...
E com certeza a luz do farol acenderá,
Para que possamos ver do topo do nosso farol,
A bela aurora de um alaranjada pôr-do sol.
E o lindo encontro numa noite de nuvens nua,
Dos amantes eternos, o oceano e a lua.
Os dois que mostraram como a imensidão do mar...
Não chega nem a se comparar,
Com amor que meu coração vem a demonstrar,
Toda vez que fico bobamente a com ela conversar...
Não ninguém sabe como é doce amar...
Mesmo que a distância entre nós venha a perdurar...
Bruno Tôp
Ter que remar para que sua esperança viva,
Ninguém imagina como é ficar sozinho...
Em um barco que segue por um incerto caminho,
Sem saber qual direção tomar,
Tendo que deixar as ondas o levar,
Para qualquer lugar desse imenso mar...
Não, Ninguém sabe como é se sentir vazio...
Sentir o peito tomado por um tenebroso frio.
Estar rodeados por sombras do passado,
E não poder contar com seus amigos do seu lado...
Não ninguém sabe como é ser rodeado pelo escuro,
Um escuro que não aparenta nenhum futuro.
Ninguém nunca imaginou como é ver o pôr-do-sol,
E não admirá-lo por estar por medo,
Que mais tarde ou mais cedo...
Iria alemjar loucamente aquele nostálgico farol...
O farol, luz-guia de todas às vezes em que se perdia,
E que sempre com sua calorosa luz o acolhia...
Pois era por ele que seu coração sorria.
Porque o coração no fundo sabia,
Quem é que sempre a luz do farol acendia.
Era a mais linda e doce guia que existia...
Mas então a luz, de repente, se apagou...
E a escuridão rapidamente o coração tomou...
É ninguém sabe como é navegar,
Sem ter um bom lugar para chamar de lar,
Mas isso não vai para sempre perdurar,
Daqui a pouco ela aparacerá...
E com certeza a luz do farol acenderá,
Para que possamos ver do topo do nosso farol,
A bela aurora de um alaranjada pôr-do sol.
E o lindo encontro numa noite de nuvens nua,
Dos amantes eternos, o oceano e a lua.
Os dois que mostraram como a imensidão do mar...
Não chega nem a se comparar,
Com amor que meu coração vem a demonstrar,
Toda vez que fico bobamente a com ela conversar...
Não ninguém sabe como é doce amar...
Mesmo que a distância entre nós venha a perdurar...
Bruno Tôp
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
A Flor de um Beija-flor
Não quero pra mim o codinome beija-flor,Não almejo sentimentos de liquidificador,
Não sonho com um mágico som...
Só quero sentir da flor, seu puro sabor,
Apenas almejo sentimentos cheios de cor,
Capazes de tornar meus sonhos com um tom,
Popularmente conhecido como amor.
E aqueles que não acreditam nesse tom,
É porque ainda não provaram o quanto ele é bom,
Por isso venho lhe avisar, que só precisa esperar,
E seu coração voltará, ou ineditamente vai se apaixonar
Assim como o vento sempre volta a soprar
Foi esperando desatento numa esquina,
Da vida, que conheci uma incomum menina,
Normalmente ela teria passado despercebida,
Mas um palpitar estranho do meu coração,
Fez minha alma, há muito adormecida,
Perceber com calma, nela, uma nova paixão.
As coiecidências eram tão alarmantes
Que o fogo dessa paixão se tornou tão brilhante
Quanto a luz de uma estrela resonante.
E embora ainda estejamos distantes,
Percebi que ela deverá ser minha eterna amante,
Minha esposa, minha mulher, meu amor...
A cor, o sabor, da flor, de um beija-flor...
Bruno Tôp
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Fogo Eterno
Só pode ser uma caracteristica de nascença,
Essa habilidade de uma tal de Ilka Valença
De animar a pessoa e afastar as magóas.
Do mesmo modo que a chuva passa despercebida,
Limpando tudo com sua cardiosa água,
Ilka deixa contagiante qualquer vida.
Ilka, um nome de origem escandinava,
Que num antigo conto, um certo pardo a amava.
É uma garota cheia de perseverança,
Mas que não perde seus ares de criança,
Tão bela e agarrada a sua tênue esperança,
De que um dia a felicidade a alcança.
E foi assim que aos poucos me conquistou,
Nas nossas conversas variadas ela se mostrou,
Tão parecida com a minha pessoa,
Que só pode ser mais que um coiencidência boa...
Deve ser coisa do tal destino.
Avisando que é ela a garota por quem batem os sinos,
De um coração que ela já de mim tomou...
Só depende do tempo e dela,
Fazer esse sentimento mais que fogo de vela.
Torná-lo um fogo eterno e ardente,
Capaz de brilhar mais que uma estrela cadente,
E nos aquecer de uma forma tão estridente.
Acho que agora é só manter minha crença,
E esperar que Ilka valença,
Acenda esse fogo indestrutível,
Transformando sua felicidade,
Em algo bem mais que possível,
Algo que vai durar para eternidade...
Bruno Tôp
Essa habilidade de uma tal de Ilka Valença
De animar a pessoa e afastar as magóas.
Do mesmo modo que a chuva passa despercebida,
Limpando tudo com sua cardiosa água,
Ilka deixa contagiante qualquer vida.
Ilka, um nome de origem escandinava,
Que num antigo conto, um certo pardo a amava.
É uma garota cheia de perseverança,
Mas que não perde seus ares de criança,
Tão bela e agarrada a sua tênue esperança,
De que um dia a felicidade a alcança.
E foi assim que aos poucos me conquistou,
Nas nossas conversas variadas ela se mostrou,
Tão parecida com a minha pessoa,
Que só pode ser mais que um coiencidência boa...
Deve ser coisa do tal destino.
Avisando que é ela a garota por quem batem os sinos,
De um coração que ela já de mim tomou...
Só depende do tempo e dela,
Fazer esse sentimento mais que fogo de vela.
Torná-lo um fogo eterno e ardente,
Capaz de brilhar mais que uma estrela cadente,
E nos aquecer de uma forma tão estridente.
Acho que agora é só manter minha crença,
E esperar que Ilka valença,
Acenda esse fogo indestrutível,
Transformando sua felicidade,
Em algo bem mais que possível,
Algo que vai durar para eternidade...
Bruno Tôp
Bons Tempos
São aqueles velhos e inesquecivéis momentos
Que passamos vendo a árvore balançar com o vento
Aqueles momentos tão bobos que me faziam tão feliz
Momentos que me fazem torcer o nariz
Afinal não me arrependo do que não fiz
Só não queria ter ficado tão desatento.
Desatento o bastante para não ver boas amizades
Se desprenderem das conrrentes do meu peito
Sem nenhuma grande dificuldade
E que só quando estou a refletir em um leito
É que percebo o quanto elas trazem saudade
Os reencontros, de fato, afastam a saudade
Mas não reatam de jeito nenhum aquela antiga amizade
É triste saber que não conseguir manter comigo
Tão grandes, contagiantes, alegres e fiéis amigos
Tudo porque resolvemos olha só pros nosso umbigos
E esquecemos daquilo nos fazia sorrir de verdade
As amizades que enchiam minha manhã de felicidade
Paulo, Rafinha, Raul e Fernando
Sei que continuaremos eternamente mudando
Mas só queria que vocês soubessem
Que para mim é como se vocês sempre tivessem
Ao meu lado nos bons maus acontecimento
Porque não esquecerei de nossa amizade
Nem de nossos sentimentos de lealdade
Aqueles sim eram bons tempos, cheios de ótimos momentos
Bruno Tôp
Que passamos vendo a árvore balançar com o vento
Aqueles momentos tão bobos que me faziam tão feliz
Momentos que me fazem torcer o nariz
Afinal não me arrependo do que não fiz
Só não queria ter ficado tão desatento.
Desatento o bastante para não ver boas amizades
Se desprenderem das conrrentes do meu peito
Sem nenhuma grande dificuldade
E que só quando estou a refletir em um leito
É que percebo o quanto elas trazem saudade
Os reencontros, de fato, afastam a saudade
Mas não reatam de jeito nenhum aquela antiga amizade
É triste saber que não conseguir manter comigo
Tão grandes, contagiantes, alegres e fiéis amigos
Tudo porque resolvemos olha só pros nosso umbigos
E esquecemos daquilo nos fazia sorrir de verdade
As amizades que enchiam minha manhã de felicidade
Paulo, Rafinha, Raul e Fernando
Sei que continuaremos eternamente mudando
Mas só queria que vocês soubessem
Que para mim é como se vocês sempre tivessem
Ao meu lado nos bons maus acontecimento
Porque não esquecerei de nossa amizade
Nem de nossos sentimentos de lealdade
Aqueles sim eram bons tempos, cheios de ótimos momentos
Bruno Tôp
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